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Ciência China se prepara para lançar segundo módulo de sua estação espacial

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O módulo Tianhe foi o primeiro lançado da nova estação espacial chinesa Tiangong-3. (Imagem: Reprodução/CMS)

A China está se preparando para o lançamento de Wentian, o segundo módulo de sua estação espacial. O novo componente deverá ser lançado às 3h20 da madrugada (horário de Brasília) do dia 24 de julho, a bordo de um foguete Long March 5B. Após o lançamento, o Wentian realizará manobras para se juntar ao módulo central Tianhe, que já passou por pequenos ajustes em órbita para receber o novo componente.

Com 17,9 m de extensão e diâmetro de 4,2 m, o Wentian é um novo módulo com instalações para a tripulação e uma câmara pressurizada, que se tornará o principal ponto de entrada e saída para atividades extraveiculares quando estiver ativo — hoje, este papel é realizado pelo módulo Tianhe.

O Wentian foi projetado com o objetivo principal de comportar experimentos científicos, mas ele também conta com sistemas reserva de suporte à vida e funções de controle do Tianhe. O novo módulo está equipado com um braço robótico de 5 m, que pode operar junto do braço de 10 m instalado no Tianhe.

As novas instalações vão permitir que a China passe pela sua primeira transição de tripulações, marcada pelo fim da estadia de uma turma de astronautas e o início da permanência de outra: no momento, o módulo Tianhe é ocupado pelo trio de taikonautas (o nome dado aos astronautas chineses) da missão Shenzhou-14, que chegaram à estação em junho; em dezembro, eles vão receber os tripulantes da Shenzhou-15, Neste período, a estação ficará com seis astronautas a bordo.

Preparado com painéis solares de 30 m de extensão que vão aumentar a energia disponível para a estação, o módulo Wentian irá servir como palco de cinco apresentações de ciência ao vivo, parecidas com aquelas conduzidas pelos tripulantes da missão Shenzhou-13.

Depois, a China deverá lançar o módulo Mengtian em dezembro, outra instalação de experimentos que irá completar a estrutura da estação, em forma de T — mas vale lembrar que o país já sugeriu que pode expandir o complexo para torná-lo ainda maior, com seis módulos.

Amostras lunares

Em junho, pesquisadores chineses informaram terem encontrado água nas amostras lunares coletadas pela missão chinesa Chang’e 5, embora não tanto quanto se esperava. O estudo, liderado pela Academia Chinesa de Ciências (CAS), confirmou que tal concentração está de acordo com as previsões feitas por telescópios terrestres.

A sonda Chang’e 5 pousou na Lua em 1º de dezembro de 2020 para coletar amostras do solo e rochas lunares. Dois dias após sua chegada, o estágio de ascensão decolou para trazer este material para a Terra, chegando ao planeta cerca de duas semanas depois.

Ao todo, a missão chinesa coletou três tipos de dados da mesma área: amostras de solo e rocha, dados locais do módulo de pouso e dados coletados pelo orbitador da missão. A comparação destas informações poderá revelar uma nova peça deste quebra-cabeça.

* Por supervisão de: China se prepara para lançar segundo módulo de sua estação espacial

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