Terça-feira, 07 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 16 de maio de 2026
As sucessivas versões apresentadas por aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e envolvidos na produção do filme “Dark Horse” ampliaram, nos últimos dias, a crise em torno do financiamento do longa-metragem. Desde que vieram à tona mensagens do senador e presidenciável cobrando repasses do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para a conclusão da obra, produtores, parlamentares e empresas ligadas ao projeto passaram a apresentar explicações divergentes sobre a origem dos recursos, os contratos firmados e a estrutura usada para operacionalizar os pagamentos.
A sequência de declarações contraditórias levou a Polícia Federal (PF) a aprofundar apurações sobre o destino do dinheiro e gerou uma série de dúvidas ainda sem resposta.
A principal linha de investigação tenta esclarecer se os valores enviados ao fundo Havengate Development Fund LP, sediado no Texas e gerido por advogado de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), foram usados exclusivamente na produção do filme ou se também ajudaram a custear a permanência do ex-deputado nos Estados Unidos.
Inicialmente, Flávio Bolsonaro negou ter pedido dinheiro para Vorcaro para o longa-metragem sobre a vida de seu pai, o que chamou de “mentira”, mas depois admitiu ter buscado patrocínio privado e confirmou a existência de um contrato envolvendo Vorcaro.
“Sim, tinha um contrato”, disse o senador.
Já em entrevista à GloboNews, Flávio acrescentou uma nova explicação ao dizer que não havia tratado publicamente do tema antes porque o contrato previa cláusulas de confidencialidade.
* Quem assinou o contrato?
Uma das principais lacunas envolve justamente a formalização do investimento autorizado por Vorcaro. Em diferentes declarações, Flávio afirmou que o banqueiro “tinha um contrato” e que o ele deixou de pagar parcelas previstas para o filme.
O deputado e produtor-executivo Mario Frias, porém, afirmou depois que o contrato não foi firmado com Vorcaro nem com o Banco Master, mas com a Entre Investimentos, descrita por ele como uma “pessoa jurídica distinta”.
As declarações deixaram em aberto quem eram exatamente as partes do contrato, quem assinou o documento e qual estrutura jurídica foi usada para formalizar os aportes.
* O dinheiro financiou o filme?
Outra dúvida central envolve o próprio repasse dos recursos. Enquanto Flávio fala em “parcelas” pagas por Vorcaro e admite que o financiamento precisou ser completado posteriormente por outros investidores, a produtora do longa sustenta que conversas e tratativas não significam, necessariamente, transferência efetiva de dinheiro. A GoUp, responsável pela produção, não confirma o valor aportado pelo banqueiro.
A versão diverge da apresentada pelo publicitário Thiago Miranda, que afirmou ter intermediado negociação ao filme e disse que Mario Frias buscava investidores para concluir o projeto. Segundo reportagens já publicadas, documentos obtidos apontam transferências R$ 61 milhões.
* Qual era o papel do fundo no aberto no Texas?
Ao tentar explicar o caminho percorrido pelos recursos, Flávio afirmou que os valores foram enviados ao Havengate Development Fund LP, fundo sediado no Texas e ligado ao advogado de imigração de Eduardo Bolsonaro. Segundo o senador, tratava-se de um fundo “exclusivo” para financiar o filme. A PF, porém, tenta esclarecer se o longa era de fato o destino final dos recursos ou se a estrutura também serviu para bancar despesas ligadas à permanência de Eduardo nos Estados Unidos, o que o ex-deputado nega. A investigação ganhou novo fôlego após a divulgação de documentos e relatos indicando possível participação de Eduardo Bolsonaro como produtor-executivo do longa.
* Qual era a extensão da relação entre Flávio e Vorcaro?
Outro ponto que passou a gerar questionamentos dentro da crise envolve a própria dimensão da relação entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro.
Desde a divulgação das primeiras mensagens, o senador sustenta que conheceu o banqueiro apenas em dezembro de 2024 e que o contato entre os dois se restringia a tratativas ligadas ao financiamento do filme.
Na sexta (15), porém, Flávio apresentou uma nova versão sobre os contatos com o empresário e passou a admitir a possibilidade de surgirem novos registros de interação entre os dois.
“Pode vazar novas conversas, pode vazar um videozinho mostrando o estúdio que eu posso ter enviado, algum encontro que eu possa ter tido com ele. Foi tudo exclusivamente para tratar somente do filme”, afirmou o senador em entrevista à CNN Brasil.
Questionado sobre quantas vezes teria se encontrado com Vorcaro, Flávio respondeu que não saberia “precisar quantas vezes”, mas disse que foram “poucas”.
As falas passaram a gerar mais dúvidas sobre qual era o grau de proximidade entre os dois, quantos encontros ocorreram, quais outros contatos ainda podem surgir e até que ponto as tratativas ultrapassaram exclusivamente o financiamento do filme. (Com informações do jornal O Globo)
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🚨URGENTE: A sede nacional da emissora Jovem Pan está localizada no mesmo prédio onde fica a sede da empresa que produziu o filme Dark Horse, em homenagem à vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A revelação deste fato indica que a Go Up Entertainment é simplesmente uma EMPRESA FACHADA DA JOVEM PAN?
FAZER UMA FAKE DA VIDA DO MAIOR BANDIDO DA HISTORIA DO BRASIL …..PODE…
ALGUEM JÁ FEZ A CONTA DE QUANTOS TRILHOES , FORAM ROUBADOS, DESVIADOS, SUMIRAM , NOS 5 GOVERNOS DESTE ENVIADO DO DIABO….CHAMADO LULADRÃO???
NÃO DÁ MAIS NÉ ….DEPOIS DE MAIS DE 20 ANOS , ROUBANDO, CORROMPENDO, DESTRUINDO, ASSASSINANDO , PERSEGUINDO, EXILANDO…….não dá mais para cair no golpe do DEMONIO…
Mente tanto que nem sente, típico bozoloide
Roubo escancarado dos Bozonaro
Aonde Eduardo Bolsonaro, aprendeu ser produtor de filmes?? Estão achando os brasileiros idiotas, mas nem todos são!!