Sábado, 10 de outubro de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Leandro Mazzini Cofres vazios nas administrações municipais

Compartilhe esta notícia:

(Foto: Reprodução)

As festas de posse dos 5.570 prefeitos escondem uma realidade financeira que ficará pior em 2017. Há perspectivas de cortes de despesas, dificuldades financeiras para cobrir a folha de pagamento e dívidas milionárias cada vez mais crescentes. O cientista político André Pereira César observa que por conta dessas dificuldades, a principal mudança nas administrações municipais se dará nas finanças dos municípios. Sem dinheiro em caixa, os prefeitos precisarão focar nas prioridades e necessidades reais da população. “Tendem a ser mais pragmáticos”.

Sem alternativas

Boa parte dos prefeitos, como o de Porto Alegre (Nelson Marchezan) e o reeleito de Natal (Carlos Eduardo), terá dificuldades com a folha já em janeiro, porque nessas duas capitais o IPTU foi antecipado.

Quem pode mais

Outra consequência é que os prefeitos estarão mais em Brasília com o pires na mão. Como a maior parte da arrecadação está na União, vão fazer pressão para reformas.

Impaciência popular

Por conta desta nova realidade financeira, segundo André César, a população deverá ser mais fiscalizadora. “O descrédito da opinião pública é grande”, observa.

Força no discurso

A Justiça do Trabalho fechou o ano com cerca de 3 milhões de novas ações. O número coloca o Brasil no ranking do país com maior número de reclamações trabalhistas. Os dados reforçam o discurso dos reformistas da CLT. A minirreforma trabalhista no Congresso poderia reduzir as queixas dos trabalhadores com os acordos coletivos.

Volta à rotina

O presidente Michel Temer se debruça novamente sobre um “croqui” da minirreforma ministerial, que deve acontecer em fevereiro.

Atraso na entrega

Temer não recebeu todos os balanços – de programas e ações – dos ministros, como determinou no início do mês.

Bélico

Líder do PT na Câmara, Afonso Florence (BA), avisa que a oposição será de ataque à reforma da Previdência. “Vai ser uma guerra”.

Vale para todos?

“A valorização dos servidores está atrelada a um projeto de capacitação e seleção baseada em critérios técnicos para a ocupação de posições gerenciais no setor público”, segundo Dyogo Oliveira, ministro do Planejamento.

Nada a declarar

Em pouco mais de um mês, o ministro da Cultura, Roberto Freire (PPS), se dedicou mais à substituição de apadrinhados de Dilma e Lula que aos assuntos pertinentes ao ministério.

Menos no bolso

O ano mal começa e o brasileiro vai pagar mais impostos sobre produtos digitais. Os serviços de streaming e música, como Netflix e Spotify, serão tarifados em 2% pelo ISS. Serão tarifados também a hospedagem de dados, páginas eletrônicas e sistema de informação, segundo o Diário Oficial da União da última sexta-feira.

Mais caro

Começa a valer também a partir de hoje a incidência do ICMS sobre as ligações e outros serviços sobre o valor das assinaturas de linhas fixas e celulares pós-pagos. O percentual varia de 25% a 37% entre os Estados, e também do peso da assinatura no valor final da conta.

Esperança

Eduardo Cunha queria ser presidente. Está na cadeia. Dilma foi cassada. E o PT e o PMDB, especialmente, no limbo da Lava-Jato. O Brasil mudou.

Ponto Final

O ano que passou produziu muitos fatos que elevaram a audiência do Jornalismo. Pelas previsões até agora, 2017 também será frutífero nesta área.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Leandro Mazzini

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

A violência e o ódio virtual
Idosa perde R$ 200 mil em golpe do “namoro virtual” com homem que dizia ser inglês
Pode te interessar

Colunistas LAI sem validade

Colunistas Fim da Reeleição

Colunistas Corrida do Poder

Colunistas Os aliados