Sexta-feira, 29 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 8 de janeiro de 2016
Eram 9h46min de quinta-feira quando a presidenta Dilma Rousseff chegou ao segundo andar do Palácio do Planalto para um café da manhã com jornalistas e viu à sua frente apenas um pequeno prato de porcelana com pedaços de queijo – um deles produzido com 98% de leite – e um copo com água. Mais nada. “Quero também um café”, apressou-se a dizer quando viu se aproximar um dos garçons. Colocou duas gotas de adoçante e, assim, passou a uma hora e meia seguinte em que falou sobre a crise política e econômica do País.
Apesar do desjejum restrito diante da imprensa, Dilma já deu uma “afrouxada” na dieta que segue desde o fim de 2014 e que lhe rendeu 17 quilos a menos. Quando está em casa, no Palácio da Alvorada, a presidenta toma seu café com adoçante e, além do queijo, come tapioca.
A mandatária continua pedalando todos os dias por pelo menos 40 minutos, evita doces e frituras, porém resolveu, junto com a quinoa e outros grãos, voltar a comer arroz – de preferência integral. Além de “saudar a mandioca”, Dilma, da mesma forma, aposta nela como fonte de carboidrato. Sempre cozida. “Dá certo”, garantiu a chefe do Executivo.
O emagrecimento e a 34535têm sido a fonte do bom humor da presidenta, que parecia mais confortável do que o habitual mesmo diante das perguntas a respeito do complicado momento pelo qual o País enfrenta. (Folhapress)
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