Terça-feira, 06 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 20 de junho de 2021
A Coreia do Sul vai flexibilizar as regras de distanciamento social e permitir reuniões privadas de até seis pessoas na área da grande Seul, das quatro atuais a partir de 1º de julho, disse o governo neste domingo.
O anúncio ocorre em um momento em que a Coreia do Sul inoculou 29,2% de sua população até sábado, colocando-a no caminho para cumprir a meta de 70% até setembro.
Novas infecções diárias mantiveram-se obstinadamente em uma faixa de 400 a 700 nas últimas semanas, mas permaneceram abaixo de 600 por mais de uma semana até agora.
De acordo com as regras revisadas, restaurantes, locais de diversão noturna e cafés poderão abrir para negócios até à meia-noite. Atualmente, só podem funcionar até às 22h.
“O novo sistema de distanciamento social é um esforço para encontrar um equilíbrio entre a quarentena e a recuperação da vida diária em meio à prolongada pandemia de Covid-19”, disse o ministro da Saúde, Kwon Deok-cheol, em uma entrevista na televisão.
A menos que as infecções diárias aumentem significativamente, o governo planeja permitir encontros de até oito pessoas na área metropolitana de Seul a partir de 15 de julho, disse Kwon.
Para aqueles fora da grande Seul, nenhuma restrição será aplicada ao número de reuniões privadas permitidas.
A Coreia do Sul relatou, até a meia-noite de sábado, 151.149 casos, disse a Agência de Controle e Prevenção de Doenças da Coreia, com um número de mortos de 2.002 pessoas.
Mix de vacinas
Cerca de 760 mil sul-coreanos vacinados contra a covid-19 com a primeira dose de Oxford/AstraZeneca receberão o imunizante da Pfizer/BioNTech como segunda dose após atrasos no envio pelo esquema global de compartilhamento de vacinas Covax. O anúncio foi feito na sexta-feira por Seul.
Um número cada vez maior de nações já considera usar vacinas diferentes contra a covid-19 nas segundas doses como resposta a atrasos no fornecimento de insumos. A possibilidade de misturar diferentes vacinas contra a doença seria uma maneira de flexibilizar os programas nacionais de imunização.
Canadá e Espanha já aprovaram essa mistura de doses, mas pautados por preocupações sobre casos de formação de coágulos sanguíneos raros ligados à vacina da AstraZeneca.
Resultados preliminares de um estudo espanhol apontaram que aplicar uma dose da Pfizer em pessoas que já receberam a vacina da AstraZeneca é altamente seguro e eficaz. As informações são da agência de notícias Reuters.
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