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Mundo Com distanciamento social, fiéis voltam ao Vaticano para a bênção dominical

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Francisco pediu "um espírito de justiça que nos mobilize para garantir o acesso universal à vacina". (Foto: Vatican News via Reuters)

Após meses de restrições devido à pandemia, fiéis voltaram a se reunir pela primeira vez neste domingo (24) na Praça de São Pedro, no Vaticano, para receber a tradicional bênção dominical do papa Francisco.

Foi a primeira vez desde 10 de março que a presença de fiéis foi permitida no local. Até mesmo as celebrações da Semana Santa foram realizadas com a praça vazia.

Ao fim da oração, Francisco apareceu na janela para saudar e abençoar os fiéis reunidos na Praça São Pedro. Na “Regina caeli” deste domingo, o Pontífice dedicou uma mensagem aos católicos da China e disse que a Igreja universal “compartilha suas esperanças e os apoia em suas provações de vida”. “Unamo-nos espiritualmente aos fiéis católicos na China, que hoje celebram, com particular devoção, a festa da Beata Virgem Maria”, afirmou o papa.

Assim como a Itália, o Vaticano também começou a promover a reabertura gradual. O número de pessoas foi controlado para evitar aglomeração.

Os museus italianos começaram a reabrir em 18 de maio, como parte de uma redução gradual das medidas de bloqueio no país, onde quase 33 mil pessoas morreram devido ao coronavírus.

A pandemia diminuiu drasticamente o fluxo de fundos para os cofres do Vaticano. Os museus receberam cerca de 7 milhões de visitantes no ano passado e são a principal fonte de renda da Santa Sé, gerando anteriormente US $ 100 milhões anuais.

Mesmo após a reabertura, as autoridades temem que medidas de segurança aprimoradas, requisitos de distanciamento social, novos regulamentos de saúde e uma escassez esperada de turistas internacionais corroam as vendas de ingressos e souvenir.

Museus do Vaticano

Os museus do Vaticano serão reabertos em 1º de junho, informou o Vaticano no sábado (23), encerrando um fechamento causado pela pandemia de coronavírus que drenou os cofres da Santa Sé.

Os museus, que abrigam algumas das maiores obras-primas da Renascença do mundo, bem como artefatos romanos e egípcios antigos, poderão ser visitados a partir do início de junho, apenas após serem feitas reservas online para controlar o número de pessoas.

Os visitantes terão suas temperaturas verificadas e terão que usar máscaras e higienizar as mãos. Os funcionários usarão máscaras e luvas e os profissionais de saúde estarão à disposição.

Condições semelhantes serão aplicadas aos visitantes da residência papal de verão em Castel Gandolfo, ao sul de Roma.

A pandemia diminuiu drasticamente o fluxo de fundos para os cofres do Vaticano. Os museus receberam cerca de 7 milhões de visitantes no ano passado e são a principal fonte de renda da Santa Sé, gerando anteriormente US $ 100 milhões anuais.

Mesmo após a reabertura, as autoridades temem que medidas de segurança aprimoradas, requisitos de distanciamento social, novos regulamentos de saúde e uma escassez esperada de turistas internacionais corroam as vendas de ingressos e souvenir. As informações do portal de notícias G1 e das agências de notícias Ansa e Reuters.

 

 

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