Domingo, 17 de maio de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Saúde “Combate à pandemia da Covid-19 não vai acabar e precisamos conviver com o vírus”, diz o ministro da Saúde

Compartilhe esta notícia:

Chefe da pasta Marcelo Queiroga falou em coletiva nesta segunda-feira

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Afirmação foi feita no lançamento da E-SUS Linha de Vida (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, explicou, em coletiva nesta segunda-feira (18), a decisão da pasta de declarar o fim da emergência de saúde pública relacionada à Covid-19 no Brasil.

Segundo o ministro, o fundamento epidemiológico da decisão se justifica em três pontos: a queda expressiva dos casos e dos óbitos por causa da Covid-19 nos últimos 15 dias; a ampla cobertura vacinal da população: mais de 70% já completou o esquema vacinal com duas doses e mais de 77 milhões de pessoas já receberam a dose de reforço (equivalente a cerca de 39% da população); a capacidade do SUS de atender não só os casos de Covid-19, mas também as doenças prevalentes que foram negligenciadas durante os períodos de picos da Covid-19.

Queiroga também citou a capacidade de vigilância epidemiológica e genômica brasileiras como outro fundamento sanitário para decretar o fim da Covid como emergência em saúde pública nacional. “Quero frisar que nenhuma política de saúde pública será interrompida”, afirmou o ministro.

“A Covid-19 não acabou e não vai acabar, e nós precisamos conviver com essa doença e com esse vírus. Felizmente, parece que o vírus tem perdido a força, tem perdido a letalidade, e cada dia nós vislumbramos um período pós-pandêmico mais próximo de todo mundo”, disse.

Na semana passada, a OMS (Organização Mundial de Saúde) havia anunciado que ainda considerava a Covid uma emergência de saúde pública internacional. A decisão, do diretor-geral da OMS Tedros Adhanom Ghebreyesus, seguiu o parecer do comitê de emergências da entidade. O comitê reconheceu que o Sars-CoV-2, causador da Covid-19, continua a ter uma evolução “imprevisível, agravada pela sua ampla circulação e intensa transmissão em humanos” e em outras espécies.

Os especialistas consideraram com preocupação o fato de que alguns países-membros relaxaram medidas de comportamento e saúde pública para diminuir a transmissão do vírus.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Saúde

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Mais de 2,5 mil motoristas foram multados nas estradas federais gaúchas no feriadão de Páscoa
Presidente da Rússia concede título honorário à brigada acusada pela Ucrânia de atrocidades em Bucha
Pode te interessar