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Política Comissão do Senado aprova taxação de fundos offshores e exclusivos; texto vai ao Plenário

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Senadores ainda analisam destaques para o texto; Câmara dos Deputados aprovou a matéria no último dia 25

Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
(Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados)

A CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (22) o relatório do PL (projeto de lei) que taxa fundos offshore e exclusivos. O texto vai ao Plenário. O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o texto no último dia 25.

A proposta que trata da taxação das offshores e dos fundos exclusivos é considerada essencial pela equipe econômica do governo para aumentar a arrecadação federal em 2024 e zerar o déficit nas contas públicas.

Offshore é uma nomenclatura usada para investimentos feitos no exterior. Geralmente, esses fundos têm sede em outro país e contam com ativos internacionais. Em muitos casos, porém, o gestor desse investimento está no Brasil.

Atualmente, no caso de offshores, a taxação ocorre apenas se uma empresa localizada no exterior transfere o lucro da companhia para o sócio pessoa física no Brasil. Se o sócio, no entanto, optar por manter os recursos no exterior, a tributação é adiada e, em alguns casos, nem chega a acontecer.

Com o parecer do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), a tributação seria feita com a alíquota de 15%, independente dos valores dos rendimentos, de forma anual.

Já fundos exclusivos são produtos montados especificamente para um ou alguns cotistas (geralmente membros de um mesmo grupo ou família). Atualmente, a tributação ocorre somente no momento de resgate da aplicação.

De acordo com a proposta, rendimentos decorrentes de fundos de investimento serão submetidos a uma tributação semestral periódica (chamada de “come-cotas”), com alíquotas de 15% no caso dos fundos de longo prazo, e de 20%, no caso dos fundos de curto prazo.

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2 Comentários
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Vanderlei Ochoa
23 de novembro de 2023 10:30

Ricos não pagam impostos. Pobres pagam impostos. Ricos elegem políticos para que trabalhem para eles continuarem a não pagar impostos. Vide bancada do AGRO, DA BÍBLIA E DA BALA.

Vanderlei Stefani
23 de novembro de 2023 15:28

Cadê os pobres de direita pra falar mal

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