Terça-feira, 06 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 26 de agosto de 2025
Primeira reunião da CPI mista do INSS ocorreu nesta terça-feira
Foto: Saulo Cruz/Agência SenadoA CPI (Comissão Parlamentar Mista) do INSS aprovou nesta terça-feira (26) as convocações de dez ex-presidentes do Instituto Nacional do Seguro Social. A lista contempla comandantes da autarquia nos governos de Dilma Rousseff (PT), Michel Temer (MDB), Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Entre os convocados, está Alessandro Stefanutto, afastado do comando do INSS após operação da Polícia Federal revelar um esquema de desvios em aposentadorias e pensões.
Stefanutto era apadrinhado pelo ex-ministro da Previdência Carlos Lupi, que pediu demissão do cargo em meio ao desgaste provocado pela operação da PF. Lupi e outros ex-ministros da pasta foram convidados a prestar depoimento na CPI.
Outra figura convocada a depor é Antônio Carlos Camilo Antunes, que ficou conhecido como “Careca do INSS”. Ele é apontado como facilitador do esquema, com empresas que teriam servido como intermediárias para as entidades investigadas.
Também foi convocado Maurício Camisotti, empresário que é apontado como sócio oculto de uma entidade e beneficiário das fraudes na Previdência. As convocações atenderam a pedidos do relator da CPI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), e foram negociadas com a base governista.
Líderes do Planalto defenderam um acordo para limitar, inicialmente, as convocações às autoridades do INSS, excluindo a presença obrigatória de ex-ministros da Previdência.
Os convocados a prestar depoimento terão de comparecer à CPI mista. A primeira leva de nomes reúne pessoas apontadas como testemunhas dos fatos apurados pelo colegiado — a categoria, segundo entendimento fixado pela Justiça, obriga a presença em caso de convocação.
Por outro lado, os convidados, como é o caso de Lupi e de outros ex-ministros, podem escolher se participarão ou não de oitiva na CPI. Os depoimentos dos ex-ministros e ex-chefes do INSS ainda não têm data para ocorrer. As oitivas são vistas pelo relator como necessárias para entender a extensão das fraudes em benefícios da Previdência.
Alfredo Gaspar defende concentrar a apuração da CPI em fatos e possíveis fraudes ocorridas a partir de 2015. Na próxima quinta (28), a expectativa é que a CPI já comece a coleta de depoimentos. A comissão espera conseguir ouvir o delegado da PF (Polícia Federal) Bruno Oliveira Pereira Bergamaschi, que conduz investigações sobre fraudes do INSS.
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🔥🚨 Sergio Moro na CPMI do INSS
Ele terá que explicar por que, quando era ministro da Justiça de Bolsonaro, participou da criação da MP que abriu brecha para fraudes bilionárias contra aposentados 👀💸
Ótimo. Tem que ir a fundo.
CADE OS 6 BILHÕES
Cara esta esquerda depois que perdeu a presidencia e a relatoria da CPMI DO INSS deve estar com o cool que não entra um agulha!!
frei chico tem as maos limpas kkkkkkkkkkkkkkkkkk