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Economia Como um banco pequeno pode criar um rombo de R$ 50 bilhões? Questiona dono do Banco BTG sobre o Banco Master

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Segundo o banqueiro, a sucessão de fatos e o avanço das apurações demonstram que os mecanismos de controle estão operando.

Foto: Reprodução
Segundo o banqueiro, a sucessão de fatos e o avanço das apurações demonstram que os mecanismos de controle estão operando. (Foto: Reprodução)

O empresário André Esteves, presidente do conselho de administração e sócio sênior do BTG Pactual, questionou a dimensão das perdas atribuídas ao Banco Master e afirmou que as instituições estão funcionando no processo de investigação das supostas fraudes envolvendo a instituição financeira.

Durante participação na CEO Conference Brasil 2026, promovida pelo próprio banco, Esteves levantou dúvidas sobre o impacto estimado do caso. “Como é que pode um banco dessa dimensão pequena criar um rombo de R$ 50 bilhões no FGC? Não pode, não é para acontecer”, afirmou, em referência ao Fundo Garantidor de Créditos, mecanismo que protege investidores em caso de quebra de instituições financeiras.

Segundo o banqueiro, a sucessão de fatos e o avanço das apurações demonstram que os mecanismos de controle estão operando. Ele citou a atuação da imprensa e do Supremo Tribunal Federal como exemplos de que o “Brasil institucional” está reagindo. “Existe uma batalha meio silenciosa entre o Brasil institucional e o Brasil não institucional, e a gente não pode perder”, declarou.

Esteves também respondeu a críticas sobre a atuação de plataformas de investimento na distribuição de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) do Banco Master, que chegaram a oferecer rentabilidade de até 140% do CDI — percentual considerado elevado em relação à média do mercado.

De acordo com ele, o BTG Pactual adotou postura cautelosa ao identificar possíveis inconsistências. “Quando começamos a achar que tinha alguma coisa errada nessa instituição, reduzimos a venda de títulos até que paramos de maneira responsável, para não criar uma crise de liquidez dentro do sistema. Isso tudo aconteceu há mais de dois anos”, afirmou. O executivo acrescentou que o banco realizou campanhas para orientar investidores a manterem aplicações dentro dos limites cobertos pela garantia do FGC.

Ao comentar o impacto do episódio, Esteves classificou o caso como isolado dentro de um sistema financeiro que, segundo ele, está entre os mais sofisticados e sólidos do mundo. “A gente não pode, por uma maçã podre, estragar uma história que foi extremamente benéfica para a sociedade. Os atores mais responsáveis vão ser premiados pelo mercado, e os menos responsáveis, punidos”, disse.

O banqueiro também defendeu a manutenção da independência do Banco Central. Para ele, países que asseguram autonomia formal à autoridade monetária — como Estados Unidos, Inglaterra, Japão e Alemanha — tendem a registrar taxas de juros de equilíbrio mais baixas. “Parece que existe um parâmetro internacional bastante claro”, afirmou.

As investigações sobre o Banco Master seguem em curso e envolvem apurações sobre a estrutura de captação da instituição e possíveis irregularidades na oferta de produtos financeiros. O caso tem mobilizado autoridades regulatórias e o mercado, reacendendo o debate sobre fiscalização, transparência e proteção aos investidores.

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Vanderlei Ochoa
14 de fevereiro de 2026 11:54

Arrancam o dinheiro do pobre com juros escorchante. Todos.

Eloa Guterres
14 de fevereiro de 2026 06:24

Quando um cidadão como ele, fala que não sabe como aconteceu isso, e só prender os ladrões e fazer devolver o dinheiro roubado. Meu pai sempre fala : o exemplo vem de casa e quando a casa nem sabe o que está acontecendo retira-se e devole para quem entende!

Ricardo Vicari Fernandes
13 de fevereiro de 2026 20:44

ESTEVES em situação de solto, mais gordo pelo tempo de cela, não consegue digerir o fato de não ter visto as facilidades do esquema BRASIL qd no seu auge governamental, onde as portas se abrem o dinheiro flui e a polícia é tonta. Dizia minha mãe, no começo do filme os bandidos são espertos e os tiras burros. No fim os bandidos ficam burros … O FUNDO GARANTIDOR. A multiplicação das MAÇÃS PODRE, os societários estimuladores do apodrecimento se evadem e a assessoria de comunicação [se há 700milcadeias, tem 1,4M representantes LEGAIS] assume a Cena. É uma indústria, sala, figurino,… Leia mais »

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