Sexta-feira, 29 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 25 de fevereiro de 2016
Alan Kenny, um clínico geral da Nova Zelândia, que é coproprietário de consultório em uma área rural do País, está oferecendo pouco mais de 1 milhão de reais para o médico que aceitar ser seu colaborador. Em dois anos de busca, quatro empresas de recrutamento contratadas não conseguiram encontrar um candidato adequado.
O consultório fica instalado na cidade de Tokoroa, que tem apenas 13,6 mil habitantes e 6 mil pacientes registrados. O médico contou que sofre com o excesso de trabalho e precisou, inclusive, cancelar suas férias por conta de dificuldade em encontrar alguém que pudesse lhe substituir.
Até hoje, a única pessoa que aceitou atuar no consultório de Kenny foi sua própria filha, Sarah. Há dois anos, ela foi trabalhar com o pai para ganhar experiência e reduzir a pressão.
Além do salário de 88 mil reais mensais, Kenny também oferece férias de três meses ao ano, 50% de participação nos lucros e liberação de plantões noturnos e nos finais de semana.
“Eu posso oferecer a eles uma renda maravilhosa. É incrível. A clínica explodiu no ano passado, e quanto mais pacientes você tem, mais dinheiro você ganha. Mas o trabalho é demais ao fim do dia”, afirmou o médico. (AD)
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