Domingo, 21 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 3 de setembro de 2017
O Conselheiro Marco Peixoto, presidente do Tribunal de Contas do RS iniciou sua explanação falando sobre sua infância e trajetória profissional. Mencionou “a aula de eficiência” dada pelo diretor-geral da ARTESP ao traçar o cenário da Agência, lembrando que um dos problemas do RS está na “descontinuidade dos governos”, uma vez que na sua avaliação, “os projetos são de campanha e não de governos”. Isto corresponde a obras interrompidas e custos aos cofres públicos e às empresas contratadas.
Nesta linha, o TCE está propondo uma transformação, “trazendo para dentro do Tribunal todas as associações de municípios e estamos prontos para dar explicações, a orientar na resolução de seus processos”. Segundo ele, “o Tribunal não pune, orienta. Abrimos as portas e hoje somos reconhecidos no país como o primeiro Tribunal a atuar com transparência em 34 anos, fruto do trabalho de casa da equipe do Governo”.
Segundo o Conselheiro, o próprio gestor público já está se dando conta de que os tempos mudaram. “É preciso criatividade para com pouco fazer bastante”.