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Política Conselho Federal de Medicina diz não ter tentado intervir na pena de Bolsonaro e pede dispensa do presidente de oitiva à Polícia Federal

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O CFM informou ao Supremo Tribunal Federal que cumpriu a decisão do ministro Alexandre de Moraes.

Foto: Divulgação/CFM
O CFM informou ao Supremo Tribunal Federal que cumpriu a decisão do ministro Alexandre de Moraes. (Foto: Divulgação/CFM)

O Conselho Federal de Medicina (CFM) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que cumpriu a decisão do ministro Alexandre de Moraes que anulou a determinação de uma sindicância para apurar denúncias relacionadas às condições do atendimento médico prestado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O comunicado foi enviado nesta sexta-feira (9).

Em ofício encaminhado ao gabinete de Moraes, o presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, negou qualquer tentativa de interferência em atribuições de outros órgãos. Segundo o documento, o conselho “jamais pretendeu exercer qualquer competência correcional em relação à Polícia Federal” nem atuar para interferir na execução da pena imposta a Bolsonaro.

O magistrado também havia determinado que a Polícia Federal ouvisse o presidente do CFM no prazo de até dez dias. No ofício, o órgão afirmou não haver justa causa para que ele seja submetido à oitiva no caso.

A entidade informou ainda que adotou as providências necessárias para se adequar à ordem judicial e suspender os procedimentos administrativos em curso. O documento foi enviado em resposta a uma solicitação do STF por esclarecimentos.

De acordo com o CFM, o processo teve início após o recebimento de quatro denúncias formais sobre a atuação médica no atendimento a Bolsonaro, que teve um traumatismo craniano após cair e bater a cabeça no local onde está preso na Superintendência da Polícia Federal.

Até a anulação da decisão pelo Supremo, mais de 40 queixas já haviam sido protocoladas. As denúncias questionavam uma suposta interferência do STF no atendimento médico e foram motivadas, sobretudo, pelo fato de Moraes ter negado, em um primeiro momento, a ida de Bolsonaro ao hospital. A remoção foi autorizada no dia seguinte.

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Ester Caetano
9 de janeiro de 2026 21:23

Olá pessoal
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Vanderlei Stefani
9 de janeiro de 2026 22:11

O CFM não se omitiu quando Bolsonaro negou a vacina e incentivou o uso de Cloroquina? Quantas denúncias recebeu, e quais as ações de esclarecimento para a população durante a pandemia? Agora quer fiscalizar mimimi de quem zombou das mortes e dos sofrimentos do povo? Quanta hipocrisia!

Vanderlei Ochoa
10 de janeiro de 2026 11:10

Essas associações de médicos são infestadas de volsonaristas. Sofri na pele humilhação de um bosta há anos atrás por ter divergência política do sujeito. Tem que ficar de olho nessa classe elitista e dinheitista.

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