Quinta-feira, 20 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 20 de outubro de 2025
A adulteração de bebidas com metanol criou um forte clima de desconfiança entre os consumidores
Foto: FreepikSetembro foi um mês desafiador para o setor de alimentação fora de casa no Brasil. Após três meses de estabilidade, bares e restaurantes voltaram a registrar queda nas vendas: o consumo recuou 4,9% em relação a agosto e 3,9% na comparação com o mesmo período de 2024.
Os dados fazem parte do Índice Abrasel-Stone, levantamento mensal realizado pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) em parceria com a Stone, com base em transações financeiras de estabelecimentos de 24 Estados brasileiros.
O cenário atual é consequência de uma combinação de fatores econômicos e sanitários que têm pressionado o consumo fora de casa. Entre eles, segundo a pesquisa, estão a crise provocada por bebidas adulteradas com metanol, a inflação e o elevado nível de endividamento das famílias.
“Setembro já começou com um ritmo abaixo do esperado”, explicou o presidente da Abrasel nacional, Paulo Solmucci.
“Outros fatores também influenciaram o resultado negativo, como a inflação elevada, que restringiu a renda da população, e o impacto dos casos de intoxicação por metanol, que espalhou pânico entre os consumidores e provocou uma queda na movimentação de alguns estabelecimentos”, explicou.
A adulteração de bebidas com metanol criou um forte clima de desconfiança entre os consumidores, especialmente em bares e casas noturnas. O País já registra mais de 40 casos confirmados de intoxicação por metanol. Também foram confirmadas oito mortes – seis em São Paulo e duas em Pernambuco.
Apesar de a maior parte dos casos estar concentrada em São Paulo, no entanto, o Estado estava entre os que foram menos afetados em termos de vendas em setembro, com uma queda de 2,7%.
Segundo o economista da Stone Guilherme Freitas, esse resultado pode estar relacionado à diversidade do mercado paulista, que oferece mais opções de refeições e serviços de delivery. Esse cenário ajudou a amortecer o impacto da crise.
Entretanto, ele observou que os casos de intoxicação só começaram a ganhar destaque na segunda metade do mês passado. Ou seja, os efeitos sobre o consumo ainda são limitados nos dados consolidados pelo levantamento.
Além da crise sanitária, o índice revela que o ambiente econômico segue desafiador para o setor. Isso porque a inflação acumulada no segmento de alimentação fora do lar continua elevada, o que pressiona os custos e encarece o tíquete médio.
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
A esquerda não é contra o Agro? Mas quando bate récordes o governousa isso como propaganda os RÉCORDES NÃO FORAM POR CONSEQUÊNCIA DOS ATOS DO GOVERNO colocaram na estatística dos empregos os benefício populistas, nem todos estão trabalhando a maioria prefere receber miséria do que aceitar um serviço 43 milhões recebem bolsa que eu pago. Inflação sob controle? Onde? O governo tem rombo de bilhões e não sabe de onde vai tirar o dinheiro, quebrou novamente os correios roubando do fundo de pensão, mínimo subindo?|Só se for o seu porque só o RS bateu récorde de individamento e o Lule… Leia mais »
Brasil melhorando a cada dia. Milhões de novos empregos. Inflação sob controle. PIB acima do esperado. Salário mínimo subindo acima da inflação. Programas sociais funcionando novamente. Redução da pobreza é da miséria. Safras batendo recorde. Brasil novamente se coloca doo comu uma grande economia mundial. Institui democráticas funcionando. Golpistas presos. Só temos a agradecer .