Terça-feira, 22 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 6 de outubro de 2025
O contato direto entre os dois mandatários ocorre em meio à mais grave crise diplomática entre Brasil e Estados Unidos.
Foto: Divulgação/Casa Branca/Ricardo Stuckert/PRA reunião virtual entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, realizada na manhã desta segunda-feira (6), abre caminho para um possível encontro presencial em território neutro, a Malásia, no fim do mês, à margem da cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).
Auxiliares de Lula insistiram que o primeiro contato ocorresse de forma virtual, em um ambiente controlado, antes de uma aproximação face a face.
Os ministros Mauro Vieira (Relações Exteriores), Fernando Haddad (Fazenda) e Sidônio Palmeira (Comunicação Social) participaram da conversa, assim como o vice-presidente Geraldo Alckmin, titular da pasta de Desenvolvimento, Indústria e Comércio.
O contato direto entre os dois mandatários ocorre em meio à mais grave crise diplomática entre Brasil e Estados Unidos em mais de dois séculos de relações.
O encontro havia sido antecipado pelo republicano durante seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, há cerca de duas semanas.
Trump indicou disposição para negociar com o Brasil — mas não deixou claro se está disposto a não impor condições políticas em um tema estritamente comercial.
O presidente dos Estados Unidos condicionou qualquer avanço nas tratativas à suspensão, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), do processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, além de ter incluído cidadãos brasileiros — entre eles o ministro Alexandre de Moraes — em uma lista de sanções.
O gesto diplomático ocorre em meio a uma série de medidas punitivas impostas por Washington. Os EUA aplicaram uma sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros e abriram uma investigação com base na Seção 301 de seu código comercial, alegando “práticas desleais” por parte do Brasil.
Entre os pontos levantados estão o uso do Pix e sua suposta distorção de mercado, o desmatamento na Amazônia, o contrabando na região da Rua 25 de Março, subsídios ao etanol, políticas fiscais voltadas às big techs e casos de corrupção que afetariam empresas norte-americanas.
Apesar das divergências, diplomatas ouvidos em Brasília avaliam que o diálogo é um passo necessário para conter a escalada da crise e restabelecer um canal de negociação entre os dois governos. Lula e Trump têm divergências em várias áreas, sendo um dos destaques o multilateralismo, defendido pelo mandatário brasileiro diante do avanço de medidas unilaterais.
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
Vai faltar UTI pros bozoloides 🤣🤣🤣🤣🤣
O soluço vai piorar.
Dissonância cognitiva, normal pra um extremista de direita
Alguém avisa a EXTREMA ESQUERDA enlouquecida que se informa pela GLOBOLIXO. Que o Trump nomeou o Secretário Marco Rubio. O cara que fugiu de Cuba é que odeia Governo de Esquerda. O que da vários discursos criticando Ídolo dos Lulistas, o “Cabeça de Ovo”. Que ajudou a organizar a Magnitisky nos Esquerdopatas Brasileiros. Pra coordenar as relações sobre as taxas nas importações dos EUA com o Brasil, ou seja, deu pra entender ou querem que desenhe.
O “anão diplomático” vai levar estoque extra de fraldas geriátricas, kkk.
Bolsonaro teve crise e “apagou” após ligação de Trump a Lula, diz Flávio