Sexta-feira, 05 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 25 de agosto de 2021
Roberto Júnior obteve no STF o direito de não responder a perguntas que possam levá-lo a produzir provas contra si mesmo
Foto: Reprodução de TVA CPI da Covid ouve nesta quarta-feira (25) Roberto Pereira Ramos Júnior, diretor-presidente do FIB Bank. A empresa ofereceu garantia financeira de R$ 80,7 milhões em um contrato firmado entre a Precisa Medicamentos e o Ministério da Saúde para a compra da vacina Covaxin.
Na noite desta terça-feira (24), a ministra Cármen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), concedeu a Ramos Júnior o direito de não responder perguntas que possam levá-lo a produzir provas contra si mesmo. Mas a ministra ressalvou que ele não pode deixar de falar a verdade em relação a todos os demais questionamentos.
O depoimento mantém o foco da CPI nas negociações de vacinas por parte do Ministério da Saúde. A carta de fiança do FIB Bank fazia parte do processo de aquisição da Covaxin, que previa 20 milhões de doses a um valor de R$ 1,6 bilhão, mas foi cancelado por suspeita de irregularidades – nenhuma dose foi entregue.
O documento foi assinado pelo então diretor do Departamento de Logística Roberto Dias, exonerado da pasta em meio a denúncias de cobrança de propina e de ter pressionado pela liberação da Covaxin. Ele nega as acusações.
Na véspera do depoimento, Roberto Júnior pediu o adiamento da sessão em um dia para poder “reunir maiores subsídios e documentos”, mas a cúpula da CPI manteve a data original.
Senadores querem entender o motivo pelo qual a Precisa contratou o FIB Bank – que, apesar do nome, não é uma instituição financeira – e se há irregularidades no processo.
Além disso, a CPI também apura se a empresa tem algum sócio oculto e, se sim, a quem ele seria ligado. No início do mês, a CPI aprovou a quebra de sigilos fiscal, bancário, telefônico e telemático do FIB Bank.
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Volte para a Faculdade meu amigo! Voc|ê faltou um aula importante, se assaltarem um banco o cofre não abriu,não levaram nada não houve crime???Eu não contrataria serviços seus , parece um péssimo profissional mude de carreira urgente!!!
Jorge Souza até concordo contigo, só estou falando lógicamente, ai caimos naquela de estocar vento, como tu vai estocar uma ação, nesse caso, não ocorreram os eventos, e, o “se” não é argumento. Se tivessem feito, se tivessem roubado, se tivessem isso, aquilo….
É MANO SE NÃO TIVESSE A DENUNCIA TALVEZ SERIA PAGO, SE NA ÉPOCA DO LULA OS DE DIREITA TIVESSEM VIGIADO, HOJE NÓS NÃO ESTARIAMOS CHORANDO SOBRE O LEITE DERRAMADO, MAS COM CERTEZA OS QUE SE DIZEM DE DIREITA TAMBÉM LEVARAM ALGUM NAQUELA ÉPOCA
Investigar pagamento que não foi feito e crime que nã ofoi realizado, só nesse pais de b a nnn didos…
Pior do que Luiz Carlos Heinze é o tsal de Jorginho Melo de SC, não se base o que leva um eleitor a votarem em imbecis para o Senado, sem condições mínimas, não sabem ler , não sabem falar, não possuem argumentos para estarem em uma CPI , dois idiotas recdbendo para babarem os ovos do Bolsonaro. O eleitor de SC e RS deveriam ter mais vergonha na cara depois desses escândalos do governo e escolherem pessoas qualificadas para o Senado e não esses idiotas que passam vergonha cada vez que abrem a latrina da boca.
Tentaram nos assaltar e só não foi concretizado por causa da CPI e se alguém acredita e não vê crime depois de 120 dias de gente envolvida em crimes, do governo, funcionários públicos, advogados, bancos e empresas de medicamentos e que passaram todo o tempo mentindo, você então é um otário mesmo e gosta de ser roubado ou participou da motociata do miinnnto , bibibibi minto!!!!!
Em tudo que há sacagem , desvios de dinheiro, corrupção lavagem de dinheiro tem político e advogados.