Sexta-feira, 29 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 3 de dezembro de 2015
A CPI das Próteses e Medicamentos na Assembleia Legislativa do RS, presidida pelo deputado Missionário Volnei (PR), ouviu os diretores e responsáveis pelos setores de compras dos hospitais Divina Providência e da Brigada Militar, ambos de Porto Alegre, acerca de como procedem na aquisição de material utilizado pelos médicos em cirurgias para colocação de órteses e próteses. A maioria dos procedimentos realizados pelos médicos investigados na CPI, como possíveis integrantes da “máfia das próteses”, foram feitas no Divina.
Além de prestarem os esclarecimentos solicitados pelos integrantes da CPI, os responsáveis pelo Divina Providência apresentaram sugestões, como a de acabar com os contratos de exclusividade, o que poderá permitir mais opções de orçamentos à aquisição de materiais, e autonomia para o afastamento de médicos de seu corpo clínico.
Já os representantes do Hospital da Brigada Militar informaram que o estabelecimento, por ter características diferentes de outras casas de saúde, não tem a realização das referidas cirurgias em sua rotina. Também informaram não haver procedimentos realizados por autorização de liminares e que, na realização de cirurgias, não há o envolvimento do setor de compras, pois fica tudo a cargo do Instituto de Previdência do Estado. Esclareceram ainda que nenhum dos nomes investigados realizaram cirurgias na instituição.
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