Segunda-feira, 18 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 25 de fevereiro de 2026
Como se tratam de convites — e não convocações —, os chamados não são obrigatórios, e as autoridades podem optar por não comparecer.
Foto: Rosinei Coutinho/STFO presidente do colegiado, senador Fabiano Contarato (PT-ES), propôs votação simbólica de todos os convites e requerimentos de informação que não envolviam dados financeiros, como relatórios de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Todos foram aprovados de uma vez só. Também foram aprovados convites ao ministro da Casa Civil, Rui Costa, ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e ao ex-ministro da Fazenda Guido Mantega. O conjunto de medidas inclui ainda fornecimento de informações sobre registro de entrada de Augusto Ferreira Lima, ex-executivo do Banco Master, no Senado.
Os ministros do STF têm sido alvo de questionamentos por vínculos com a instituição financeira. O escritório da mulher de Moraes, a advogada Viviane Barci de Moraes, firmou contrato de R$ 129 milhões com o Master.
Já Toffoli, que era relator das investigações da Operação Compliance Zero no STF, é sócio anônimo da empresa Maridt, que é dirigida por dois irmãos dele e tinha participação em dois resorts da rede Tayayá. A empresa vendeu sua fatia no negócio de hospedagem no Paraná a fundo de investimento que tinham como acionista o pastor Fabiano Zettel, cunhado e operador financeiro de Vorcaro.
Autoridades convidadas
Foram convidados para participar das oitivas:
• Dias Toffoli, ministro do STF;
• Alexandre de Moraes, ministro do STF;
• Viviane Barci de Moraes, advogada;
• Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central;
• Tomás Miguel Ribeiro Paiva, comandante do Exército;
• Danilo Lovisaro do Nascimento, procurador-geral do Ministério Público do Estado do Acre e presidente nacional do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC);
• Carlos Rocha Sanches, superintendente regional da Polícia Federal no Acre;
• Delegado Uirá Ferreira do Nascimento, diretor-geral da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro;
• Tenente-coronel Marcelo de Castro Corbage, comandante do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope);
• Lucas de Morais Gualtieri, procurador federal e coordenador da Operação Trapiche (Gaeco-MG);
• Christian Vianna de Azevedo, oficial da Polícia Federal;
• Alberto Simonetti, presidente da OAB-DF;
• Isabella Buium, especialista em compliance e criptoativos;
• Loretta Napoleoni, especialista em financiamento ao terrorismo;
• Emanuele Ottolenghi, especialista em redes de ameaças híbridas e financiamento do terrorismo;
• Armando Antão Cortez, chefe do Secretariado para Análise Integral do Terrorismo Internacional (SAIT), da Argentina.
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Não sei aonde Alexandre de Morais roubou o banco Master?? Se alguém souber publique e prove!
No dia da Lei Antifacção sai os convites para festa. Atenção para detalhe, nada implausivel ocorreu com Monsenhora D’Moraes pq os milhões ao seu escritório pode ser ajuda humanitária. Convocação coersitiva pode remeter a militares… Ab.
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