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CPI dos Atos Extremistas aprova quebra de sigilo dos celulares de Bolsonaro, do coronel Mauro Cid e do ex-ministro da Justiça Anderson Torres

Futuro político de Bolsonaro começa a ser traçado na próxima quinta-feira. (Foto: Agência Brasil)

Em um dia marcado por derrotas para o ex-presidente Jair Bolsonaro na CPI dos Atos Extremistas, parlamentares aprovaram a quebra de sigilo do celular do ex-chefe do Palácio do Planalto. Além disso, outros dois ex-assessores próximos a ele, o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o ex-ajudante de ordens coronel Mauro Cid, poderão ter os dados de seus aparelhos acessados pelos integrantes da comissão.

A CPI também decidiu que vai convocar personagens centrais para apurar os ataques extremistas do dia 8 de janeiro, incluindo Torres e Cid. Os generais Walter Braga Netto e Augusto Heleno, ex-ministros de Bolsonaro, também tiveram suas convocações aprovadas.

Há também solicitações aprovadas para convocar George Washington de Oliveira, preso após uma tentativa de ataque com bomba nas intermediações do aeroporto internacional de Brasília em dezembro.

Outros personagens, no entanto, tiveram os requerimentos rejeitados. Foram eles: o general Gonçalves Dias, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional, e o ex-diretor-adjunto da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Saulo Moura da Cunha, que estava no comando da agência no dia 8 de janeiro. A oposição tinha interesse de chamar os dois para emplacar a tese de que o governo se omitiu.

Veja a lista dos principais requerimentos aprovados nessa terça:

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