Sábado, 04 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 23 de fevereiro de 2023
O volume de recursos é tão grande que travou o mercado de crédito no Brasil.
Foto: ReproduçãoUm grupo de credores estrangeiros, donos de títulos de dívida emitidos no exterior (bonds) pelas Americanas, contratou a Moelis como assessor financeiro e os escritórios Aking Gump, como advogados internacionais, e o Padis Mattar, como advogados locais. Eles têm cerca de 30% – ou US$ 330 milhões – da dívida de aproximadamente US$ 1,1 bilhão em bonds da empresa.
A ideia é aumentar o grupo para que possam ter peso capaz de direcionar negociações e votos nas assembleias de credores. Os assessores devem tentar atrair também debenturistas (donos de títulos de dívida emitidas no Brasil) para o grupo. A dívida em debêntures de Americanas soma cerca de R$ 6 bilhões. O escritório Felsberg Advogados já havia formado um grupo de credores, com debenturistas e bondholders.
Dívida travou mercado
A rede varejista entrou em recuperação judicial com dívidas declaradas de R$ 43 bilhões. Com a revisão em andamento, porém, o valor pode superar R$ 48 bilhões. O volume de recursos é tão grande que travou o mercado de crédito no Brasil.
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É R$ 1,00 bom ou US$ 1,00 BI?
Mais um golpe dos ricos. O pobre por qualquer “síndrome” que o acusem vai para a cadeia.