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Brasil Criado há dois anos com o objetivo de baratear os juros para os bons pagadores, o “Cadastro Privado” ainda não pegou no Brasil

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Número de adesões é considerado baixo diante da população economicamente ativa. (Foto: Reprodução)

Na teoria, o Cadastro Positivo seria um alívio para quem é bom pagador. Mas na prática, as empresas que ofertam dinheiro ainda não fazem a utilização dos dados, de forma que o brasileiro se mantém refém de juros galopantes. Na quarta-feira da semana passada, o Banco Central promoveu uma nova rodada de alta na Selic (taxa básica de juros), que chegou a 14,25% ao ano, pressionando os índices de produtos como o cartão de crédito, o cheque especial e também o empréstimo pessoal.

Desde 2013, o cadastro atraiu cerca de dois milhões de adesões. O número é considerado baixo diante da população economicamente ativa do Brasil, que gira em torno de 102 milhões.

Motivos
Os motivos apontados para a lentidão variam. Para as duas empresas gestoras do cadastro, a Serasa Experian e a Boa Vista SCPC, o maior entrave está na necessidade de autorização do consumidor para integrar o cadastro.

Para gestoras, o Brasil deveria ter adotado o modelo usado em outros países, em que a inclusão no cadastro é automática e o participante pede para sair, se assim desejar. “Desde a edição da lei que determinou que a operação fosse condicionada à autorização do cadastrado, a gente entendia que isso seria uma grande barreira para que o cadastro se ampliasse rapidamente”, afirma Dirceu Gardel, diretor-jurídico da Boa Vistas Serviços SCPC.

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