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Brasil Daniel Vorcaro tinha aliados dentro da Polícia Federal que intimidavam desafetos e forneciam dados sigilosos

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Daniel Vorcaro está preso preventivamente desde o início de março

Foto: Divulgação/Banco Master
Daniel Vorcaro está preso preventivamente desde o início de março. (Foto: Divulgação/Banco Master)

A PF (Polícia Federal) aponta que integrantes da própria corporação, entre eles uma delegada e policiais em atividade e aposentados, atuavam para intimidar desafetos, obter informações sigilosas e monitorar adversários do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Os suspeitos participavam do núcleo chamado de “A Turma”, voltado para a prática de ameaças, intimidações presenciais, coerções, levantamentos clandestinos, obtenção de dados sigilosos e acessos indevidos a sistemas governamentais.

A informação consta na decisão do ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), que motivou a sexta fase da Operação Compliance Zero. O pai de Daniel Vorcaro e outros seis investigados foram alvos de mandados de prisão nesta quinta-feira (14).

De acordo com a PF, o grupo liderado por Marilson Roseno da Silva era usado pelo pai de Vorcaro para demandar vantagens ilícitas. Investigadores apontam que ele também era o operador financeiro dos pagamentos.

A defesa de Henrique informou que a prisão se baseia em fatos que, segundo os advogados, ainda não tiveram sua legalidade e justificativa comprovadas no processo.

Entre os integrantes da PF investigados, estão: Sebastião Monteiro Júnior, policial federal aposentado; Anderson Wander da Silva Lima, policial federal da ativa lotado na Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro; Valéria Vieira Pereira da Silva, delegada da PF; e Francisco José Pereira da Silva, policial federal aposentado.

Valéria e Francisco, segundo os investigadores, atuavam no repasse de informações sigilosas para o escrivão aposentado da PF Marilson Roseno a partir de consultas realizadas no sistema e-Pol, plataforma interna utilizada pela corporação.

A decisão do STF que autorizou a operação policial desta quinta também cita Manoel Mendes Rodrigues, apresentado como “empresário do jogo” no Rio de Janeiro e apontado como líder de um braço local do grupo.

Para a PF, o conjunto de condutas aponta para uma infiltração do grupo em “circuitos informacionais sensíveis”, com uso de pessoas próximas ou funcionalmente habilitadas para facilitar a circulação de recursos financeiros e de dados sigilosos em benefício da organização criminosa.

Investigadores apontam que o segundo grupo, chamado “Os Meninos”, teria perfil eminentemente tecnológico e seria voltado para a prática de ataques cibernéticos, invasões telemáticas, derrubada de perfis e monitoramento telefônico ilegal.

Segundo a PF, ambos eram, à época dos fatos, gerenciados por Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, que era chamado pelo apelido de “Sicário” e que tinha como objetivo atender a comandos do “núcleo central da organização criminosa”.

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vanderlei stefani
14 de maio de 2026 16:11

E agora, José?
Ou melhor, André Mendonça…

Hélio
14 de maio de 2026 14:43

Um “canhoto” agindo como um “canhoto”.
Na falta de argumentos, apela psra a baixaria.

vanderlei stefani
14 de maio de 2026 13:38

“família Bolsonaro, Vorcaro e o banco master são uma coisa só”;

vanderlei stefani
14 de maio de 2026 10:50

Pela manhã, deu gargalhada e debochou dizendo que era tudo invenção de “militante”. À tarde, confessou tudo numa nota patética. Flávio Bolsonaro tem muito ainda que explicar sobre suas relações com o “irmão” Daniel Vorcaro.

box1
14 de maio de 2026 12:09
Responder para  vanderlei stefani

Olha só, até membros da própria PF envolvida kkk é uma piada mesmo

vanderlei stefani
14 de maio de 2026 13:40
Responder para  box1

Não te esqueça de beber o teu Ypê na mamadeira de PIROCA 🤣🤣🤣🤡

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