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Política Defesa diz que dono do Banco Master não ficará calado em depoimento no Senado

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A estratégia da defesa do empresário é de colaboração institucional. (Foto: Reprodução)

O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, irá depor no Senado na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) e na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) em 24 e 26 de fevereiro, respectivamente. Os advogados do empresário não devem entrar com pedido de habeas corpus – medida judicial que permitiria ao cliente ficar em silêncio.

A defesa afirmou que Vorcaro não ficará calado durante os depoimentos, mas que está resguardado pela lei de não produzir provas contra si. O banqueiro está em prisão domiciliar. Terá de ser escoltado pela PF (Polícia Federal) até Brasília.

O presidente da CAE, Renan Calheiros (MDB-AL), vinha defendendo publicamente que Vorcaro fosse um dos primeiros nomes na lista de oitivas.

A estratégia da defesa do empresário é de colaboração institucional. Ao confirmar a ida voluntária ou acordada, o banqueiro tenta reduzir a temperatura e evitar convocações impositivas que poderiam criar mais desgaste de sua imagem.

Na CPI do INSS, Vorcaro deve se ater a responder perguntas que envolvam o banco e os desvios em aposentadorias de beneficiários do instituto. Já na CAE, o colegiado apura o envolvimento do empresário no esquema de fraudes contra o sistema financeiro.

Banco Master

A Polícia Federal apura um esquema de fraudes bilionárias contra o sistema financeiro envolvendo o Banco Master e seus executivos. O caso está no Supremo. A relatoria estava com o ministro Dias Toffoli, que deixou o caso na quinta-feira (12). A decisão se deu depois da PF (Polícia Federal) encontrou citações ao magistrado em dispositivos eletrônicos de Vorcaro.

Segundo as investigações, o esquema consistia na venda de títulos de renda fixa de alto rendimento, como CDBs (Certificados de Depósito Bancário), que serviam para financiar fundos de investimento dos quais o banco era o único cotista. O MPF (Ministério Público Federal) afirma que o negócio se baseava em circular ativos sem riquezas, forjando artificialmente os resultados financeiros.

O presidente da CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado Federal, Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou à CNN que acertou diretamente com Daniel Vorcaro a data para falar ao colegiado. O banqueiro é esperado no colegiado no dia 24 de fevereiro.

A fala, inicialmente, iria ocorrer nesta semana, mas como o banqueiro já tinha previsão de ir ao Congresso Nacional no dia 26 de fevereiro para atender à convocação da CPMI do INSS, ele próprio teria sugerido a mudança. (Com informações dos portais Poder360 e CNN)

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