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Colunistas Delação de doleiro é anulada

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Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Outra enterrada

A delação do famigerado doleiro Lúcio Funaro foi anulada pelo ministro do STF Edson Fachin mês passado, contam fontes do Judiciário. Em março, a Procuradoria Geral da República e o MP entraram com o pedido junto ao gabinete do juiz. O processo corre em sigilo. Desde então, a defesa de Funaro tentou insistentemente medidas procrastinatórias, sem sucesso. O próximo passo é “enquadrar” o delator, sob risco de ele voltar à cadeia. Essa medida muda o jogo para Eduardo Cunha, um dos principais prejudicados pela delação e já absolvido. Porque abre caminho para ele processar a União. É outra derrota da Operação Lava Jato.

A respeito da nota publicada, o advogado Pedro Jaguaribe, da defesa de Lúcio Funaro, esclarece que “as notícias veiculadas (…) não são verdadeiras. Não é demais relembrar que o processo em curso perante o Supremo Tribunal Federal encontra-se gravado de sigilo, de modo que esta defesa não irá se pronunciar sobre qualquer assunto a ele relacionado (…)”. A reportagem ratifica que ouviu de três diferentes fontes do Judiciário o supracitado.

Na moita

Só foi ser inocentado pelo TSE, dois dias depois o ex-deputado Neri Geller (PP-MT) foi nomeado pelo chefe da Casa Civil, Rui Costa, no último dia 21, como Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura. Ele sonha voltar a ser ministro se Carlos Fávaro sair na esperada minirreforma do 1º semestre. Tem padrinhos fortes para isso.

Ferida pessoal

Um trecho na página 140 na biografia do finado Edmond Safra, “A jornada de um banqueiro”, de Daniel Gross, explica o porquê de o Banco Safra contrariar outros parceiros e recusar, ainda, o plano oferecido pela devedora Americanas. Está no gene da instituição secular: “Para os grandes bancos, as perdas eram simplesmente parte do negócio. Para Edmond, cada uma delas era uma ferida pessoal”.

Na planície

Quem o visita sai com a impressão de que o ministro Alexandre Padilha, da articulação do Palácio, anda cansado e quer descer à planície. Deputado federal eleito, ele almeja ser o Líder do Governo na Câmara no lugar de José Guimarães (PT-CE). Quer se credenciar junto aos prefeitos para o Senado ou Governo de São Paulo. Seu plano B é o Planejamento, mas tem outra na fila para esta pasta: Miriam Belchior.

Porteira aberta

Carlos Goulart, secretário da poderosa Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, está com a porteira aberta para deixar a vaga, conta a rádio corredor da pasta. O setor anda insatisfeito com sua atuação, que prestigia muito a proteína vegetal. Goulart é protegido de Carlos Ernesto Augustin, irmão de Arno Augustin, ex-Tesouro.

Gelada do campo

A cerveja artesanal ganha a cada dia mais destaque com um viés social. Premiada como a melhor cerveja do Brasil neste setor, a Colombina, de Goiânia, vai lançar uma cerveja à base de fermento de mandioca. É projeto de fomento a agricultura familiar.

(Com Walmor Parente, Carol Purificação e Tom Camilo)

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João Souza
27 de dezembro de 2023 00:27

Começou a apodrecer aos poucos desde 2003. Porque será??????Alguém dá um palpite????

Jorge Schröder
26 de dezembro de 2023 14:29

O Poder judiciário do Brasil apodreceu…..

Andre Palo
26 de dezembro de 2023 16:27

Efeito Luladrão…. DESVASTADOR, para a nossa Nação….
Que Flagelo….Que Verme…..

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