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Política Delegado da Polícia Federal que indiciou Bolsonaro é nomeado como assessor no gabinete do ministro Alexandre de Moraes no Supremo

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O delegado foi escolhido por causa da sua atuação em inquéritos relatados por Moraes, o que os aproximou profissionalmente.

Foto: Luiz Silveira/STF
O delegado foi escolhido por causa da sua atuação em inquéritos relatados por Moraes, o que os aproximou profissionalmente. (Foto: Luiz Silveira/STF)

O delegado Fábio Alvarez Shor, da Polícia Federal (PF), foi nomeado na última segunda-feira, 9, como assessor do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A portaria de nomeação foi assinada pelo presidente da Corte, Edson Fachin, e publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Moraes solicitou no início do mês a transferência de Shor da PF para o seu gabinete. A confirmação dependia apenas o trâmite burocrático entre as duas instituições. O delegado foi escolhido por causa da sua atuação em inquéritos relatados por Moraes, o que os aproximou profissionalmente.

O delegado Fábio Alvarez Shor, da Polícia Federal (PF), foi nomeado na última segunda-feira, 9, como assessor do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A portaria de nomeação foi assinada pelo presidente da Corte, Edson Fachin, e publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Moraes solicitou no início do mês a transferência de Shor da PF para o seu gabinete. A confirmação dependia apenas o trâmite burocrático entre as duas instituições. O delegado foi escolhido por causa da sua atuação em inquéritos relatados por Moraes, o que os aproximou profissionalmente.

“Você da Polícia Federal que está me vendo, um forte abraço. Você também, olha lá, a depender de quem for, já está sem visto, né. Isso é outra coisa que a gente tem falar. Vou ter que baixar a imagem do Fábio Shor”, disse.

Shor também foi constantemente criticado por advogados que atuaram no julgamento do golpe de Estado, especialmente Jeffrey Chiquini com quem Moraes protagonizou diversos embates durante a fase de instrução das ações penais.

Chiquini acusou Shor diversas vezes de ter produzido um relatório com informações falsas sobre o ex-assessor da Presidência Filipe Martins.

Além dos inquéritos sobre as tentativas de golpe, Shor atuou nas investigações da fraude no cartão de vacinação do ex-presidente Bolsonaro e do escândalo das joias sauditas, revelado pelo Estadão. Em todas essas investigações ele trabalhou sob supervisão de Moraes como relator.

O delegado e sua equipe foram responsável por identificar, por exemplo, que Moraes havia sido monitorado por golpistas com o objetivo de assassiná-lo.

Shor é especialista em contrainteligência e, em fevereiro do ano passado, passou a chefiar a Divisão de Investigações e Operações de Contrainteligência da PF. No STF, é possível que ele atue como assessor de Moraes e possa auxiliá-lo em inquéritos sob sua relatoria.

(Com informações do jornal O Estado de S.Paulo

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