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Mundo Deputada australiana denuncia o marido por pedofilia

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Rachel Carling-Jenkins. (Foto: Divulgação)

No dia em que a deputada australiana Rachel Carling-Jenkins descobriu que o seu marido tinha pornografia infantil no computador da sua casa, foi diretamente à polícia, junto com seu filho, denunciá-lo. Após a denúncia, o homem foi preso.

A deputada revelou a história, que, segundo ela, virou sua vida do avesso, pela primeira vez nesta semana. “Nessa descoberta, eu pessoalmente vi imagens que me provocaram grande aflição naquele momento e até agora”, disse.

“Meu casamento terminou imediatamente. Saí de casa no mesmo dia em que descobri o que estava acontecendo e não voltei, exceto quando fui buscar alguns pertences”, contou.

Carling-Jenkins disse perante uma sessão do Parlamento do Estado australiano de Victoria na quinta-feira (07) que havia mantido silêncio sobre o acontecido para não interferir na investigação policial e no processo judicial. A política do partido Conservadores Australianos afirmou que nunca havia suspeitado que seu marido fosse viciado em pornografia infantil.

“Não me arrependo, como mãe ou esposa, de ter denunciado esse crime horrível que ocorreu na privacidade do meu lar”, acrescentou. Carling-Jenkins disse que seu marido se negou a assinar os papéis do divórcio e a chegar a um acordo sobre as propriedades e outros ativos do casal.

Ela disse que se sentia financeira e mentalmente abusada por seu ex-marido, que foi condenado a quatro meses de prisão pela posse de pornografia infantil. E também falou sobre a angústia que sentiu pelas vítimas. “Os rostos de muitas delas ficarão gravados em minha memória para sempre. Rezo para que a polícia possa identificar e resgatar tantas vítimas pobres, desamparadas e vulneráveis quanto for possível.”

“Essas meninas não seriam abusadas se pessoas como meu ex-marido não criassem um mercado”, concluiu a deputada australiana.

Padre

Um padre australiano de 83 anos, que está na prisão desde 1994 por pedofilia, foi sentenciado a mais 11 anos na cadeia pelo abuso de 12 crianças. Com a nova condenação, o padre Gerald Ridsdale soma abusos contra um total de 65 pessoas. “Suas ações foram violentas e abusivas. Se aproveitou de sua posição de poder e de confiança com os demandantes”, afirmou a juíza Irene Lawson, do tribunal do distrito de Victoria, segundo o jornal Herald Sun de Melbourne.

Ridsdale poderia pleitear a liberdade condicional em 2019, mas com a nova sentença o pedido só poderá acontecer em 2022. “Você sabia o tempo todo que o que estava fazendo era errado. Você não conhecia limites, cometendo abusos em sua igreja, no confessionário e em vários presbitérios”, completou a magistrada.

O governo australiano criou, em 2012, uma comissão especial para investigar casos de abusos sexuais contra menores de idade em todo o país, cometidos em igrejas, orfanatos, escolas e centros esportivos.

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