Quarta-feira, 15 de julho de 2026

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Economia Desemprego fica estável no primeiro trimestre deste ano, atingindo quase 12 milhões de brasileiros

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O rendimento médio real dos trabalhadores foi estimado em R$ 2.548

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
No Rio Grande do Sul, o desemprego caiu de 7,5% no primeiro trimestre para 6,3% no segundo. (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 11,1% no primeiro trimestre deste ano, apresentando estabilidade em relação aos três meses anteriores. O índice caiu 3,8 pontos percentuais em relação ao mesmo trimestre de 2021 (14,9%).

A falta de trabalho ainda atinge 11,94 milhões de brasileiros. Os dados fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A população ocupada (95,3 milhões de pessoas) caiu 0,5% (menos 472 mil pessoas) frente ao trimestre anterior e subiu 9,4% (mais 8,2 milhões de pessoas) ante igual período de 2021.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (excluindo os trabalhadores domésticos) foi de 34,9 milhões de pessoas, alta de 1,1% (mais 380 mil pessoas) ante o trimestre anterior e 10,7% na comparação anual (mais 3,4 milhões de pessoas).

A quantidade de empregados sem carteira assinada no setor privado (12,2 milhões) ficou estável ante o trimestre anterior e subiu 19,3% (2 milhões de pessoas) frente a igual período de 2021.

O número de trabalhadores por conta própria (25,3 milhões de pessoas) caiu 2,5% na comparação com o trimestre anterior (menos 660 mil pessoas) e aumentou 7,3% (mais 1,7 milhão de pessoas) frente ao mesmo período de 2021.

O número de trabalhadores domésticos (5,6 milhões de pessoas) ficou estável no trimestre e subiu 19% (mais 895 mil pessoas) no ano.

A taxa de informalidade foi de 40,1% da população ocupada, ou 38,2 milhões de trabalhadores informais. No trimestre de outubro a dezembro, a taxa havia sido de 40,7% e, no mesmo trimestre de 2021, de 39,1%.

O rendimento real habitual (R$ 2.548) teve alta de 1,5% em relação ao trimestre anterior e recuou 8,7% ante igual trimestre de 2021.

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