Terça-feira, 23 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 22 de junho de 2026
Enquanto a Seleção Brasileira prossegue com a preparação para os próximos desafios da Copa do Mundo, os momentos de folga têm servido para algo tão importante quanto os treinamentos: o reencontro com a família.
Após a estreia no Mundial e a sequência de compromissos da equipe, os jogadores ganharam um dia livre para aproveitar a companhia de parentes que viajaram aos Estados Unidos para acompanhar a competição. Em Nova Jersey, estado que abriga a delegação brasileira durante a Copa, familiares dos atletas alugaram casas nas proximidades para ficarem mais perto dos jogadores.
A programação foi simples, mas especial. Entre almoços em família, brincadeiras com os filhos e momentos de descanso, alguns atletas aproveitaram para matar a saudade de casa. Houve espaço até para churrasco e música.
Carol Cabrino, esposa de Marquinhos, organizou uma grande estrutura para apoiar o zagueiro. A ideia é criar um ambiente acolhedor para que o jogador se sinta amparado durante toda a competição.
“A gente fez um belo de um churrasco, colocamos um pagodinho, ele brincando com as crianças”, contou.
Carol Cabrino disse que levou parentes, funcionários e pessoas próximas do casal para criar uma rotina de apoio fora do ambiente da seleção.
“Eu trouxe a minha família que é meu pai, minha mãe, minha irmã, duas sobrinhas e tem eu e os meus quatro filhos. Aí eu trouxe uma pessoa para ajudar que é a babá, tem a minha assessora, tem o meu filmaker, uma cozinheira que eu trouxe de Paris e o Yuri e o Tom que são dois amigões que jogavam com Marquinhos no Corinthians”, afirmou Carol.
Além dos momentos de lazer, a família também exerce um papel importante nos períodos de maior pressão.
“Ele vem para cá e daí a partir do momento que ele fiz em casa, ele é 100% das crianças. Eles não deixam ele em paz, a gente almoça junto, faz alguma coisa que ele gosta de comer”, conta Ana Lídia, esposa de Bruno Guimarães.
Após a estreia contra o Marrocos, Ana Lídia ajudou o volante a lidar com o nervosismo da primeira partida e com a expectativa dos brasileiros pela conquista do hexacampeonato.
“Nós brasileiros, a gente quer muito o hexa, então é uma pressão gigantesca”, pondera Ana. As informações são do Jornal Nacional.
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