Sábado, 20 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 23 de abril de 2016
A presidenta Dilma Rousseff foi assediada em Nova York (EUA) por um grupo contrário ao processo de impeachment. Antes de embarcar para Brasília (DF), ela fez questão de ir cumprimentar pessoalmente as pessoas que estavam concentrados em frente à casa onde ela estava hospedada. Ao deixar a residência de Antonio Patriota – embaixador do Brasil na Organização das Nações Unidas – com dois buquês de flores nas mãos, Dilma atravessou a rua e foi em direção ao grupo. A presidenta foi recepcionada por gritos de “Dilma, guerreira da pátria brasileira”. Mesmo cercada por seguranças, a petista abraçou e beijou os simpatizantes.
A presidenta viajou a Nova York para participar da cerimônia de assinatura do acordo do clima de Paris, elaborado durante a COP 21. Inicialmente, havia a expectativa de que ela fosse aproveitar seu discurso diante dos chefes de Estado mundiais para denunciar que é vítima de um “golpe parlamentar”. No entanto, ao longo dos quase 10 minutos de discurso, ela falou sobre os compromissos assumidos por seu governo no acordo climático e, em relação à crise brasileira, se limitou a dizer que o País vive atualmente um “grave momento”, com uma sociedade que construiu uma “pujante democracia”, e que o povo saberá “impedir quaisquer retrocessos”.
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