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Política Divergências com Bolsonaro inviabilizam a médica Ludhmila Hajjar para o Ministério da Saúde

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Segundo relatos, o único consenso entre os dois foi em relação à necessidade de vacinação em massa

Foto: Reprodução/Redes Sociais
Segundo relatos, o único consenso entre os dois foi em relação à necessidade de vacinação em massa. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Desde a noite de domingo (14), autoridades de Brasília já reconheciam que tinha ficado inviabilizado o nome da doutora Ludhmila Hajjar para o Ministério da Saúde.

A percepção é que na conversa entre ela e o presidente Jair Bolsonaro, mais cedo no domingo, houve mais divergências do que consensos, inclusive em relação ao uso de medicações como cloroquina (defendido por Bolsonaro) e a necessidade de isolamento social (criticada por Bolsonaro).

Segundo relatos, o único consenso entre os dois foi em relação à necessidade de vacinação em massa. Diante da conversa, interlocutores de Ludhmila e do próprio presidente já avaliam que Bolsonaro vai buscar outras alternativas para substituir o ministro Eduardo Pazuello.

Ao mesmo tempo, houve mal-estar causado pelos ataques especulativos de bolsonaristas em redes sociais contra Ludhmila, inclusive publicando uma live que a médica fez com a ex-presidente Dilma Rousseff. Mesmo assim, no núcleo do governo, a percepção é que Pazuello precisa ser trocado rapidamente, já que ele perdeu a função de ser uma espécie de escudo, anteparo, do presidente.

A queda da aprovação de Bolsonaro já preocupa o núcleo mais próximo do Planalto e é atribuída ao desempenho sofrível de Pazuello na gestão da Saúde durante a pandemia.

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Adroaldo Mousquer
15 de março de 2021 14:43

Isto. Um General. Dos Nossos.

Marcos Alves
15 de março de 2021 14:47

A perda da popularidade do Presidente em nada tem a ver com a Covid, até pq, isso tem como colocar no cú dos governadores, os maiores problemas são a gasolina, desvalorização do Real, inflação, e a roubalheira promovida por seus filhos, principalmente Flávio Bolsonaro, somando-se a isso, tem tb o fato de Bolsonaro seguidamente falar suas pérolas, melhor se ficasse calado.

Israellison Israellison
15 de março de 2021 14:48
Eddie MegaIrritado
15 de março de 2021 14:50

“Tchau, querida!”

Jorge Tavares
15 de março de 2021 15:37

Diferente daquele anterior, Dr Nelson, essa parece ter cabeça. Não vai se meter nessa fria. Não precisa ter subserviência, como “alguns”, Pazuelo, considera qualidade. Baixar a cabeça é virtude. Tô fora.

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