Sexta-feira, 29 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 26 de outubro de 2015
A dívida pública federal, que inclui os endividamentos interno e externo do governo, cresceu 1,8% em setembro deste ano, para 2,73 trilhões de reais, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (26) pela Secretaria do Tesouro Nacional. Em agosto, o endividamento público estava em 2,68 trilhões de reais.
O aumento da dívida está relacionado com a emissão líquida de títulos públicos (emissões maiores do que vencimentos) em 13,45 bilhões de reais e à apropriação de juros, no valor de 34,89 bilhões de reais – que engloba a alta do dólar, responsável pelo aumento da dívida externa, cotada na moeda estrangeira.
No mês passado, ainda segundo o Tesouro Nacional, foram emitidos 75,45 bilhões de reais em papéis da dívida federal (ou seja, o governo pegou emprestado), ao mesmo tempo em que foram resgatados (pagos) 62 bilhões de reais. Com isso, a chamada emissão líquida (acima dos vencimentos) somou 13,45 bilhões de reais. Ao mesmo tempo, as despesas com juros totalizaram 34,89 bilhões de reais.
Programação para 2015
No início deste ano, a Secretaria do Tesouro Nacional informou que, após terminar 2014 em 2,29 trilhões de reais, a dívida pública pode chegar ao patamar máximo de 2,6 trilhões de reais no fechamento de 2015. As informações foram divulgadas por meio do PAF (Plano Anual de Financiamento). No mês passado, porém, o Tesouro revisou esse teto para 2,8 trilhões de reais. Ou seja, informou que a dívida subirá mais em 2015.
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