Domingo, 29 de março de 2026
Por Redação O Sul | 26 de março de 2026
Emissão de títulos prefixados puxou alta
Foto: José Cruz/Agência Brasil/ArquivoA forte emissão de títulos prefixados fez a DPF (Dívida Pública Federal) subir em fevereiro. Segundo números divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 8,641 trilhões em janeiro para R$ 8,841 trilhões no mês passado – alta de 2,31%.
Em agosto do ano passado, o indicador superou pela primeira vez a barreira de R$ 8 trilhões. De acordo com o PAF (Plano Anual de Financiamento), apresentado em janeiro, o estoque da DPF deve encerrar 2026 entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões.
A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) avançou 2,17%, ao passar de R$ 8,331 trilhões em janeiro para R$ 8,511 trilhões em fevereiro. No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 102,81 bilhões em títulos a mais do que resgatou, principalmente em papéis prefixados (com juros definidos com antecedência). A essa emissão líquida, somou-se a apropriação de R$ 77,76 bilhões em juros.
Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 14,75% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo.
No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 143,26 bilhões em títulos da DPMFi. No entanto, mesmo com o baixo volume de vencimentos em fevereiro, os resgates foram menores e somaram R$ 40,46 bilhões.
A Dívida Pública Federal externa (DPFe) subiu 6,13%, ao passar de R$ 310,59 bilhões em janeiro para R$ 329,65 bilhões em fevereiro. Apesar da queda de 1,54% do dólar no mês passado, a dívida aumentou por causa do lançamento de US$ 4,5 bilhões em títulos do Tesouro Nacional no mercado externo no mês passado.
Colchão
Após queda em janeiro, o colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos) voltou a subir em fevereiro. Essa reserva passou de R$ 1,085 trilhão em janeiro para R$ 1,192 trilhão no mês passado. O principal motivo, segundo o Tesouro Nacional, foi a emissão líquida (emissões menos resgates) no mês passado.
Atualmente, o colchão cobre 6,41 meses de vencimentos da dívida pública. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de R$ 1,44 trilhão em títulos federais. No resultado de março, que será divulgado em abril, esse indicador deve apresentar queda porque o Tesouro recomprou cerca de R$ 49 bilhões em títulos da dívida pública após o início da guerra no Oriente Médio.
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Quando um governo é perdulário, e esquece que o dinheiro é do povo e quem paga a conta é a própria população, os resultados são estes: endividamento e incertezas no futuro.
Somos um país próspero, rico em recursos naturais, mas infelizmente mal administrados por muitos e muitos anos, graças a um populismo desenfreado que enfraquece a nossa nação.
Precisamos mudar os rumos do Brasil!
Alguns “esquecem” levianamente, que existiram 3 anos de covid….
Me lembro da famosa frase ” Fique em casa, a economia a gente vê depois”…
A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) encerrou 2022 em R$ 7,22 trilhões, representando 73,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Esse valor representou uma queda em relação ao ano anterior, sendo o menor patamar de endividamento bruto registrado desde 2017
A divida publica em 2019, início do governo bolsonarao era de 4, 249 trilhões. Em 2022 no final do governo bolsonaro chegou a 7, 22 trilhões. Depois de quase 4 anos do governo Lula chegou a 8, 8 trilhões. Em todos os governos a dívida pública subiu.
Então se os outros governos fazem m**** o governo do ESTADISTA precisa fazer o mesmo?
ESTAMOS SENDO ROUBADOS BILIONARIAMENTE….ELE FALOU AO VOLTAR A CENA DO CRIME ………”VOU ME VINGAR.”..
NUNCA PAGAMOS TANTO IMPOSTO….E ESTAMOS QUEBRADOS ????
“A arrecadação federal bateu recorde em fevereiro de 2026, atingindo R$ 222,1 bilhões, o maior valor para o mês na série histórica iniciada em 1995.”
Não amola.