Sábado, 30 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 24 de julho de 2015
Uma prática comum, que surge na maior parte das vezes como um gesto de boa vontade, pode se tornar uma tremenda dor de cabeça para muita gente. Dois em cada dez brasileiros já pediram o nome emprestado a alguém para fazer compras.
Uma coisa é você acordar um dia de bem com a vida, tomar um cafezinho com um parente ou amigo e dizer para ele: “Hoje é por minha conta, eu pago”. Outra coisa é você emprestar o seu nome para ele fazer uma compra parcelada no comércio. É como se você emprestasse o seu crachá para ele sair usando por aí.
Tem gente que perde o nome limpo e a tranquilidade. “Diariamente, tem gente brava com a gente achando que não deve. E ele esquece que isso é um débito no nome dele, mas não foi ele que fez, e ele que vai ter que pagar”, aponta José Maria de Faria, do Sincomércio. (AG)
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