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Economia Dólar cai a R$ 5,16 e tem menor valor em quase dois anos; Ibovespa encerra em queda

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Esse é o menor patamar da moeda desde 28 de maio de 2024, quando fechou em R$ 5,1534.

Foto: Reprodução
Esse é o menor patamar da moeda desde 28 de maio de 2024, quando fechou em R$ 5,1534. (Foto: Reprodução)

O dólar inverteu o sinal positivo visto no início da sessão e fechou em queda de 0,14% nesta segunda-feira (23), cotado a R$ 5,1685. Esse é o menor patamar da moeda desde 28 de maio de 2024, quando fechou em R$ 5,1534. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, recuou 0,88%, aos 188.853 pontos.

Nos Estados Unidos, a decisão da Suprema Corte americana de derrubar o tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump, na última sexta-feira (20), continuou no centro das atenções. Após a medida, Trump anunciou que uma nova alíquota global de 15%, reforçando o tom mais agressivo na estratégia comercial e aumentando a incerteza nos mercados financeiros.

Para o Brasil, apesar de a decisão ter anulado todas as tarifas aplicadas por Trump com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), a taxa de 15% anunciada pelo republicano no sábado também deve valer para os produtos brasileiros. No País, os economistas reduziram pela sétima vez consecutiva a previsão de inflação para 2026. A estimativa passou de 3,95% para 3,91%, segundo o último boletim Focus, divulgado pelo Banco Central. A projeção para a taxa básica de juros ao fim de 2026 também recuou, de 12,25% para 12,13% ao ano.

A agenda econômica da semana ainda conta com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial do país, e novos dados de emprego. No exterior, o foco fica com o Índice de Preços ao Consumidor dos EUA e decisões de juros pelo banco central da China.

Mercados globais

Nos Estados Unidos, a semana começou sob um ambiente de incerteza após novas mudanças na política tarifária anunciadas pelo presidente Donald Trump e os três principais índices de Wall Street operavam em queda.

Na Europa, o tom foi de pressão sobre os mercados. Sem grandes notícias internas, o humor dos investidores refletiu principalmente as preocupações vindas do exterior, em especial dos EUA.

No fechamento, o índice STOXX 600 recuou 0,45%, para 627,70 pontos. O DAX, da Alemanha, caiu 1,06%, a 24.991,97 pontos, enquanto o CAC 40, em Paris, recuou 0,22%, para 8.497,17 pontos. Já o FTSE 100, no Reino Unido, fechou praticamente estável, com leve queda de 0,02%, a 10.684,74 pontos.

Na Ásia, parte das principais bolsas, como Japão e China continental, permaneceu fechada por feriados, reduzindo o volume de negociações na região.

O Hang Seng, em Hong Kong, subiu 2,5%, aos 27.081,91 pontos. Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 0,7%, para 5.846,09 pontos. Em Taiwan, o Taiex teve alta de 0,5%, enquanto o Sensex, na Índia, subiu 0,6%. Já o SET, da Tailândia, encerrou o dia praticamente estável. (Com informações do portal g1)

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