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Economia Dólar cai a R$ 5,18, enquanto a Bolsa recua 0,27% após inflação acima do esperado

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No mercado de câmbio, o dólar oscilou durante o pregão, acompanhando também o comportamento da moeda norte-americana no exterior.

Foto: Freepik
No mercado de câmbio, o dólar oscilou durante o pregão, acompanhando também o comportamento da moeda norte-americana no exterior. (Foto: Freepik)

O dólar comercial fechou a sessão desta sexta-feira (25) em queda de 0,23%, cotado a R$ 5,1817. O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, recuou 0,27%, aos 183.476,86 pontos. O mercado acompanhou a divulgação do IPCA-15 de setembro, que mostrou aceleração da inflação acima das expectativas, além do comportamento dos preços do petróleo e dos mercados internacionais.

O IPCA-15 subiu 0,70% em setembro, após registrar queda de 0,40% em agosto. O resultado ficou acima da mediana das projeções do mercado, de 0,53%. Em 12 meses, o indicador acumulou alta de 4,47%. Os dados aumentaram a atenção dos investidores sobre a trajetória da inflação e os próximos passos da política monetária brasileira.

No mercado de câmbio, o dólar oscilou durante o pregão, acompanhando também o comportamento da moeda norte-americana no exterior. Na quinta-feira (24), a divisa havia fechado em R$ 5,1931, com alta de 0,47%, no maior nível desde o fim de agosto.

Na Bolsa, o Ibovespa chegou a operar abaixo dos 183 mil pontos durante a sessão, mas reduziu parte das perdas antes do encerramento. O índice terminou aos 183.476,86 pontos, registrando a terceira queda consecutiva. Na semana, o recuo acumulado foi de 0,95%.

O movimento do mercado acionário também foi influenciado pelas ações da Petrobras e pelo comportamento do petróleo. A commodity permaneceu entre os principais pontos de atenção dos investidores, em meio às incertezas relacionadas às negociações internacionais envolvendo Estados Unidos e Irã e à possibilidade de mudanças no fluxo pelo Estreito de Ormuz.

No exterior, os investidores também acompanharam os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, que permaneceram em níveis elevados. O movimento dos Treasuries influencia as condições financeiras globais e pode afetar o fluxo de recursos para mercados emergentes, como o brasileiro.

A sessão encerrou uma semana marcada por oscilações nos mercados financeiros, com os investidores avaliando dados de inflação, perspectivas para os juros e fatores externos, principalmente petróleo e condições financeiras nos Estados Unidos.

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1 Comentário
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ochoavanderlei@gmail.com
25 de setembro de 2026 19:06

Ah. Agora sim. Inflamação dosparando disparando. Brasil vai virar uma Argentina, conforme o mostrou Paulo guegues avisava. Que horror.

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