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Economia Bolsa brasileira fecha em alta de 1,6% e dólar recua a R$ 5,22

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A possibilidade de negociação reduziu a aversão ao risco nos mercados globais.

Foto: Freepik
A possibilidade de negociação reduziu a aversão ao risco nos mercados globais. (Foto: Freepik)

O dólar encerrou a sessão dessa quarta-feira (25) em queda de 0,65%, cotado a R$ 5,2201, enquanto o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, avançou 1,6%, aos 185.424 pontos. A movimentação dos mercados foi influenciada, sobretudo, por sinais de possível redução das tensões geopolíticas no Oriente Médio.

O principal fator de alívio veio das declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou estar em tratativas para um cessar-fogo com o Irã e mencionou o envio de uma proposta de paz ao país. A possibilidade de negociação reduziu a aversão ao risco nos mercados globais.

Apesar disso, o governo iraniano negou que haja negociações diretas em andamento. Autoridades do país afirmaram que eventuais trocas de mensagens ocorrem por meio de intermediários e não configuram diálogo formal com os Estados Unidos. Mais cedo, Teerã também rejeitou a proposta americana e indicou a apresentação de uma contraproposta, segundo informações da imprensa estatal local.

Ainda assim, a sinalização de um possível avanço diplomático foi suficiente para impactar o mercado de petróleo, que vinha pressionado pelo conflito. Os preços da commodity recuaram ao longo do dia. O barril do Brent, referência internacional, registrava queda de cerca de 1,3% no fim da tarde, cotado a US$ 103,14, enquanto o West Texas Intermediate (WTI) recuava aproximadamente 1,2%, a US$ 91,21.

No Brasil, o cenário externo mais favorável contribuiu para o desempenho positivo da Bolsa, especialmente em setores sensíveis ao preço das commodities e ao fluxo de capital estrangeiro. Ao mesmo tempo, o recuo do dólar refletiu a menor busca por proteção diante da redução das incertezas internacionais.

No campo doméstico, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo apresentou aos estados uma proposta alternativa para conter a alta do diesel, pressionado pelo aumento do petróleo. A medida prevê a concessão de subsídios às empresas importadoras, com divisão dos custos entre a União e os governos estaduais, em vez da redução do ICMS.

Na política, uma pesquisa AtlasIntel divulgada no dia mostrou que 53,5% dos brasileiros desaprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 45,9% aprovam a gestão. Em um cenário de segundo turno para as eleições presidenciais, o senador Flávio Bolsonaro aparece com 47,6% das intenções de voto, contra 46,6% de Lula.

No cenário internacional, reportagem do The New York Times indicou que os Estados Unidos enviaram ao Irã um plano com 15 pontos para encerrar o conflito. A proposta aborda temas como o programa nuclear iraniano e o desenvolvimento de mísseis balísticos, e teria sido encaminhada por meio do Paquistão. Ainda não há confirmação sobre a adesão de Teerã ou eventual participação de Israel nas negociações.

 

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