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Economia Dólar dispara e atinge R$ 5,31

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Alta de mais de 1% da moeda americana reflete busca por proteção por parte dos investidores devido à alta do petróleo. (Foto: Freepik)

O dólar encerrou em forte alta de mais de 1%, nessa sexta-feira (13), cotado a R$ 5,31. A valorização reflete principalmente o ambiente externo ainda marcado por incertezas geopolíticas. A guerra no Oriente Médio mantém volatilidade no preço do petróleo, com o Brent orbitando a faixa de 100 dólares por barril, o que reforça temores de pressões inflacionárias em nível global e sustenta a busca por ativos considerados mais seguros pelos investidores, como a moeda americana.

“Ao mesmo tempo, esse movimento também reflete uma reprecificação das expectativas para a política monetária nos Estados Unidos”, afirma Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad. “No mercado implícito de Fed Fund, os investidores passaram a reduzir as apostas de cortes de juros pelo Federal Reserve, banco central americano”. O Fomc se reúne na próxima quarta-feira (18), mesmo dia da reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central no Brasil.

Os dados da inflação americana, divulgados nessa sexta, também são um termômetro para a Superquarta. O núcleo do índice de preços de gastos com consumo pessoal (PCE), o mais acompanhado pelo Fed, avançou 0,4% em janeiro e 3,1% em 12 meses. O resultado ainda está bem acima da meta de 2% estabelecida pelo banco central do país. “Vale lembrar que o relatório ainda não captura os efeitos da recente alta do petróleo, fator que irá pressionar a dinâmica inflacionária nos próximos meses e adicionar mais incerteza sobre o timing do início dos cortes de juros pelo Fed”, comenta Shahini.

Ibovespa

O Ibovespa, por sua vez, teve baixa de 0,91% nessa sexta, recuando para os 177,6 mil pontos. No cenário doméstico, a agenda econômica contou com a divulgação dos resultados de indústria e serviços. De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional, a produção industrial avançou 1,8% em janeiro. Já o volume de serviços prestados no país cresceu 0,3% em janeiro. Em relação ao mesmo mês de 2024, a alta foi de 3,3%, um nível recorde.

Entre as ações de peso no principal índice da B3, os bancos tiveram desempenho negativo. O Bradesco (BBDC4) teve queda de 2,06%, seguido pelo Banco do Brasil (BBAS3), que recuou 1,73%. O Santander (SANB11) caiu 1,18%, enquanto o Itaú (ITUB4) encerrou o dia em baixa de 0,68%. (Com informações do portal da revista Veja)

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