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Economia Dólar fecha em alta de 0,22%, a R$ 5,15, e Bolsa fica praticamente estável

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Na terça-feira (25), o índice havia avançado 1,55%, aos 174.576,80 pontos, enquanto o dólar recuou 0,25%, para R$ 5,1399.

Foto: Freepik
Na terça-feira (25), o índice havia avançado 1,55%, aos 174.576,80 pontos, enquanto o dólar recuou 0,25%, para R$ 5,1399. (Foto: Freepik)

O dólar fechou em alta nesta quarta-feira (26), enquanto o Ibovespa terminou a sessão praticamente estável, mantendo a sequência positiva da Bolsa brasileira. A moeda norte-americana avançou 0,22% e encerrou o dia cotada a R$ 5,1518. Já o principal índice da B3 subiu 0,01%, aos 174.586,26 pontos.

Com o resultado, o Ibovespa chegou à sexta sessão consecutiva de alta. Durante o pregão, o índice chegou a superar os 176 mil pontos e atingiu máxima de 176.296,49 pontos, mas perdeu força ao longo do dia diante da cautela dos investidores com os indicadores econômicos dos Estados Unidos.

O mercado brasileiro começou o dia reagindo positivamente à divulgação do IPCA-15 de agosto. A prévia da inflação oficial registrou deflação de 0,40%, resultado melhor do que o esperado pelos analistas. Em 12 meses, o indicador acumulou alta de 4,24%, abaixo do teto da meta de inflação, que é de 4,5%.

A leitura mais favorável da inflação ajudou a derrubar as taxas dos contratos de juros futuros durante parte da sessão e contribuiu para a alta da Bolsa pela manhã. A perspectiva de inflação mais controlada pode aumentar o espaço para continuidade do ciclo de redução dos juros pelo Banco Central.

O movimento, porém, perdeu intensidade após a divulgação de novos dados da economia norte-americana. O índice de preços para gastos de consumo pessoal (PCE), considerado o principal indicador de inflação acompanhado pelo Federal Reserve, mostrou alta de 3,7% em 12 meses até julho. O resultado manteve a preocupação com a inflação nos Estados Unidos e reduziu o otimismo nos mercados.

Os investidores também acompanharam a segunda estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos. A economia norte-americana cresceu a uma taxa anualizada de 1,5% no segundo trimestre, abaixo das projeções iniciais. Os números passaram a ser avaliados em conjunto com os dados de inflação para determinar os próximos passos da política monetária do Federal Reserve.

O dólar ganhou força diante desse cenário e também acompanhou a valorização da moeda norte-americana no exterior. O movimento ocorreu apesar do ambiente mais favorável proporcionado pelo resultado do IPCA-15 no Brasil.

No mercado acionário, a sessão foi marcada por movimentos distintos entre os principais papéis. Bancos contribuíram para sustentar o Ibovespa, enquanto a queda do petróleo pressionou ações ligadas à commodity. A Vale também permaneceu entre os destaques positivos, acompanhando a valorização do minério de ferro no mercado internacional.

A Petrobras, por outro lado, foi afetada pelo recuo dos preços do petróleo. O Brent voltou a cair nesta quarta-feira, em meio às expectativas sobre uma possível reabertura do Estreito de Ormuz e às negociações envolvendo Estados Unidos e Irã.

O mercado também permaneceu atento ao cenário internacional e ao balanço da Nvidia, divulgado após o fechamento das bolsas norte-americanas. O resultado da empresa de tecnologia era aguardado pelos investidores por seu potencial impacto sobre as ações ligadas ao setor de inteligência artificial e sobre os índices de Wall Street.

Apesar da estabilidade no encerramento, o Ibovespa manteve a recuperação iniciada nos últimos pregões. Na terça-feira (25), o índice havia avançado 1,55%, aos 174.576,80 pontos, enquanto o dólar recuou 0,25%, para R$ 5,1399.

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vanderlei stefani
26 de agosto de 2026 21:32

Maior doador eleitoral, que destinou R$ 2,5 milhões a candidato de Flávio Bolsonaro, foi condenado em 1ª instância por sonegação: Até 24 de agosto, nenhum doador pessoa física havia colocado mais dinheiro nas Eleições 2026 do que Alexandre Grendene Bartelle. O fundador da Grendene já havia desembolsado R$ 3 milhões: R$ 2,5 milhões para Luciano Zucco, candidato do PL ao governo do Rio Grande do Sul, e R$ 500 mil para Ciro Gomes (PSDB), na […] #revistafórum

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