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Economia Dólar fecha em R$ 5,18, no menor patamar em quase 21 meses; Bolsa brasileira tem novo recorde

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Com o resultado, o dólar acumula queda de 0,62% na semana, recuo de 1,14% no mês e desvalorização de 5,48% no ano.

Foto: ShutterSotck
Com o resultado, o dólar acumula queda de 0,62% na semana, recuo de 1,14% no mês e desvalorização de 5,48% no ano. (Foto: ShutterSotck)

O dólar encerrou a sessão dessa segunda-feira (9) em queda de 0,62%, cotado a R$ 5,1878, no menor patamar desde maio de 2024. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, operava em alta de cerca de 1,80% durante a tarde, aos 186.241 pontos, renovando máximas históricas ao longo do pregão.

Com o resultado desta segunda-feira, o dólar passou a acumular queda de 0,62% na semana, recuo de 1,14% no mês e desvalorização de 5,48% no ano. O Ibovespa, por sua vez, acumulava alta de 1,80% na semana, avanço de 2,69% no mês e valorização de 15,59% em 2025 até aquele momento do pregão.

A desvalorização da moeda norte-americana refletiu um movimento global de enfraquecimento do dólar diante de novas sinalizações vindas do exterior. Segundo informações divulgadas pela Bloomberg News, reguladores chineses estariam recomendando que bancos do país reduzissem a exposição a títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os chamados Treasuries, como forma de diminuir riscos nas carteiras.

A notícia aumentou a percepção de que investidores internacionais estariam evitando ativos norte-americanos, o que pressionou o dólar frente a diversas moedas ao redor do mundo, inclusive o real. O movimento foi acompanhado por maior apetite por ativos de países emergentes ao longo do dia.

No cenário externo, os mercados também reagiram a declarações do assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett. Ele afirmou que o crescimento do emprego nos Estados Unidos pode desacelerar nos próximos meses, reforçando expectativas de que o Federal Reserve (Fed), o banco central americano, adote uma postura mais cautelosa na condução da política monetária, especialmente em relação aos juros.

O noticiário político internacional também esteve no radar dos investidores. Entre os destaques, estiveram a vitória de António José Seguro como novo presidente de Portugal e o avanço do Partido Liberal Democrata (PLD) no Japão, que conquistou dois terços das cadeiras do Parlamento sob a liderança da primeira-ministra Sanae Takaichi.

No Brasil, o mercado acompanhou novas declarações do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, durante evento promovido pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC). Galípolo comentou a situação do Banco Master, em liquidação extrajudicial desde novembro do ano passado, afirmando que o caso gerou uma comoção considerada desproporcional ao porte da instituição.

Na agenda econômica, o Boletim Focus apontou nova redução na projeção de inflação para 2026, agora estimada em 3,97%. A temporada de balanços corporativos também seguiu no radar. O BTG Pactual divulgou lucro líquido ajustado de R$ 4,6 bilhões no quarto trimestre de 2025, alta de 40,3% na comparação anual.

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Vanderlei Stefani
9 de fevereiro de 2026 22:16

Cadê as cadelinhas do presidiário?
Kkkkkkkk

Vanderlei Ochoa
9 de fevereiro de 2026 18:38

Vamos ver se os direitistas dizem que é mentira também. Bolsas bate do records. É mentira? Emprego batendo records…inflação sob controle…etc etc e tal.

Fernando Krause
9 de fevereiro de 2026 18:03

Jumentopatas acéfalos já vão relinchar para dizer que é graças ao “estadista” deles, kkkk.

Vanderlei Ochôa
9 de fevereiro de 2026 18:40
Responder para  Fernando Krause

É graças ao presidiário…quaquaquaqua

Fernando Krause
9 de fevereiro de 2026 19:29
Responder para  Fernando Krause

O primeiro já relinchou, kkkkkkk.

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