Segunda-feira, 09 de março de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Dólar fecha estável nesta sexta, mas acumula alta na semana; Bolsa sobe 2% e zera perdas da semana, apoiada em indicadores mais amenos

Compartilhe esta notícia:

A moeda negociada no mercado à vista caiu 0,85% nesta sexta (7), a R$ 5,63. (Foto: EBC)

O dólar fechou estável nesta sexta-feira (8), com leve queda de 0,02%, cotado a R$ 5,5151, com as operações locais replicando um dia de poucas variações nos ativos financeiros internacionais, após a divulgação de dados de emprego nos EUA pouco terem mexido nas apostas sobre corte de estímulos por lá.

Na semana, a alta acumulada foi de 2,73%, maior avanço em sete dias desde a série finalizada em 9 de julho (+4,01%). Com o resultado, o avanço na parcial do mês foi de 1,27% e na do ano, de 6,32%.

Segundo operadores, depois de uma arrancada nos últimos dias, com o dólar voltando a ser negociado acima de R$ 5,50 pela primeira vez desde fins de abril, era esperada uma acomodação da taxa de câmbio. Contribuiu para o pouco apetite dos negócios o feriado prolongado de Nossa Senhora Aparecida, com provável liquidez reduzida na segunda-feira (11) e paralisação dos negócios na terça-feira (12).

Bolsa de Valores

Em meio à divulgação de indicadores mais amenos, com inflação menor do que a esperada no Brasil e geração de vagas de emprego nos Estados Unidos também abaixo do previsto, a Bolsa brasileira (B3) conseguiu se firmar em alta e recuperar as perdas da semana. Nesta sexta-feira, o Ibovespa fechou com alta de 2,03%, aos 112.833,20 pontos – na semana, baixou as perdas para apenas 0,06%. No câmbio, o dólar ficou estável, em variação negativa de 0,02%, a R$ 5,5161.

No acumulado do mês, o Ibovespa conseguiu, nesta última sessão, virar do negativo para o positivo, com alta de 1,67%. No ano, o índice cai 5,20%. Na máxima do dia, subia 3,24% aos 114.171,97 pontos.

Por aqui, as atenções se voltaram para o resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de setembro. Sob a pressão dos aumentos na energia elétrica, gasolina, passagem aérea e gás de botijão, a inflação oficial no País acelerou para 1,16% no mês passado, a taxa mais elevada para o mês desde 1994, ano de implantação do Plano Real. O resultado, porém, veio abaixo das expectativas do mercado. As informações são do portal de notícias G1 e do jornal O Estado de S. Paulo.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Governo federal banca 650 milhões de reais em dívidas não pagas pelos Estados em setembro, diz o Tesouro Nacional
40 milhões de pessoas que nunca tinham feito uma transação eletrônica na vida estrearam nesse sistema por meio do Pix
Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Pode te interessar