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Economia Dólar fecha em R$ 5,76, menor patamar desde novembro; Bolsa sobe

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Mesmo com a queda da moeda norte-americana, mercados operam em clima de tensão devido aos decretos de Donald Trump.

Foto: EBC
Antes do fechamento, a B3 chegou pela primeira vez aos 146.399 pontos. (Foto: EBC)

O dólar encerrou em queda nesta quinta-feira (6), cotado a R$ 5,76, após não sustentar a alta observada na primeira metade do pregão. O mercado acompanhou a divulgação de novos dados econômicos dos Estados Unidos e manteve a cautela antes da publicação do relatório de empregos (payroll), previsto para esta sexta-feira (7). Já o Ibovespa, o principal índice da Bolsa Brasileira, fechou em alta de 0,555, aos 126.225 pontos.

Indicadores divulgados pelo Departamento do Trabalho dos Estados Unidos mostraram que os pedidos semanais de auxílio-desemprego aumentaram em 11 mil na última semana, totalizando 219 mil solicitações. O resultado reforça sinais de uma desaceleração gradual do mercado de trabalho norte-americano, fator que deve ser considerado pelo Fed (Federal Reserve, o Banco Central norte-americano) na definição da política monetária.

A desvalorização da moeda norte-americana também acompanhou o fortalecimento de divisas de países emergentes, em meio a fluxos de investimento observados nos mercados globais.

Além dos dados econômicos, os investidores monitoram desdobramentos das declarações recentes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Durante encontro com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, o republicano afirmou que os Estados Unidos assumiriam o controle da Faixa de Gaza e sugeriu a realocação da população palestina da região.

As falas geraram forte reação da comunidade internacional e levaram a Casa Branca a se manifestar. A porta-voz do governo, Karoline Leavitt, negou qualquer compromisso de envio de tropas e disse que a realocação seria “temporária”. Segundo ela, os Estados Unidos devem participar da reconstrução de Gaza para garantir a estabilidade na região, mas sem arcar com os custos.

O aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio reacendeu preocupações sobre os impactos econômicos, especialmente no mercado de petróleo, dado o papel estratégico da região na produção e distribuição da commodity.

Ainda nos Estados Unidos, também pesa no mercado a preocupação sobre uma possível guerra comercial entre o país e a China, após o gigante asiático responder à imposição de tarifas por parte de Trump na véspera.

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Vanderlei Stefani
7 de fevereiro de 2025 00:51

Cadê as RATAZANAS de extrema direita?
Na toca com o RABO preso

Vanderlei Ochoa
7 de fevereiro de 2025 02:35

Mastur bando…

Artur Bando
7 de fevereiro de 2025 01:54

Que delicia este Desgoverno….
A maior taxa de Juros do Mundo……ALTOS LUCROS PARA QUEM TEM DINHEIRO PARA INVESTIR….
e pobre pagando a conta…
E ……Dolar baixo…para poder levar mais dinheiro para fora do País….e ir ver o Pateta nos USA…
Aqui já temos o nosso LULOPETA…

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