Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 28 de julho de 2023
O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump está enfrentando novas acusações no caso dos documentos sigilosos. Ele é acusado de ter pedido, junto com assessores, que funcionários apagassem imagens da câmera de segurança de sua propriedade na Flórida, na tentativa de obstruir as investigações.
As alegações foram feitas nesta quinta-feira (27). Um porta-voz de Trump negou as novas acusações e disse que se tratavam “de mais uma tentativa desesperada da administração Biden de perseguir o presidente Trump e seu entorno” para influenciar na eleição de 2024.
Trump responde a vários processos que podem complicar sua campanha eleitoral. Além do caso dos documentos sigilosos, ele responde por compra de silêncio e, recentemente, por seus esforços para anular as eleições de 2020, que levaram ao ataque ao Capitólio.
O republicano tem negado irregularidades em todos os processos e minimizado as acusações como um esforço mal intencionado para prejudicar sua campanha de 2024.
Ex-advogado fez acusações falsas
Em outra frente, o ex-advogado de Donald Trump e ex-prefeito de Nova York (EUA) Rudy Giuliani – ou Rudolph – admitiu que fez acusações falsas contra funcionários do sistema eleitoral do Estado da Georgia, ao acusá-los de fraude.
Os ataques feitos por Giuliani fizeram parte da ofensiva do ex-presidente Trump, em 2020, a fim de reverter os resultados da eleição presidencial daquele ano, que teve o democrata Joe Biden como vencedor.
Em 2020, Giuliani acusou Ruby Freeman e Shaye Moss de trabalharem para afetar a campanha de Trump na contagem de votos para a eleição presidencial na Geórgia.
Apesar de ter admitido que mentiu na acusação, Giuliani diz que as alegações de fraude nas eleições são protegidas pelo princípio da liberdade de expressão e que as declarações feitas por ele não afetaram Freeman e Moss.
No documento enviado para a Justiça americana contendo a admissão de Giuliani, a equipe legal do ex-advogado de Trump disse que ele sempre soube da lisura da atuação de Moss e Freeman e que as acusações eram falsas “desde o início”, segundo documento obtido pela CNN. As informações são do jornal Valor Econômico.
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