Quinta-feira, 25 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 17 de junho de 2026
O balanço, divulgado nesta quarta-feira (17), indica que o volume recolhido pelas equipes entre janeiro e junho ultrapassa a marca de 53 mil metros cúbicos
Foto: PMPA/DivulgaçãoAs diferentes frentes de dragagem mantidas pelo Dmae (Departamento Municipal de Água e Esgotos) nos arroios de Porto Alegre retiraram, neste ano, mais de 20 piscinas olímpicas de resíduos acumulados. O balanço, divulgado nesta quarta-feira (17), indica que o volume recolhido pelas equipes entre janeiro e junho ultrapassa a marca de 53 mil metros cúbicos.
“A dragagem é um trabalho silencioso, mas fundamental para o funcionamento do sistema de drenagem. Por meio desta atividade, ampliamos a capacidade de escoamento da água dos principais arroios e reduzimos o risco de transtornos causados por chuvas intensas”, afirma o diretor de Proteção Contra Cheias e Drenagem Urbana do Dmae, Alex Zanoteli.
Neste ano, na Zona Norte, as atividades se concentraram nos canais dos pôlderes 9 e 10 e nos arroios Passo das Pedras e Santo Agostinho. Já na Zona Sul, a dragagem foi realizada, entre outros locais, nos arroios Rincão e do Salso e nas bacias de detenção abertas da Moradas do Sul. O serviço é permanente e seguirá sendo realizado em outros cursos d’água até o final de 2026.
Histórico
Os serviços de dragagem e desassoreamento foram retomados pelo Dmae em janeiro de 2022. Somente no ano passado, mais de 142 mil metros cúbicos de resíduos foram retirados dos cursos d’água internos de Porto Alegre – volume equivalente a cerca de 57 piscinas olímpicas.
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