Quarta-feira, 24 de junho de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
Fair

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil A economia mundial teve em 2017 o maior crescimento em seis anos

Compartilhe esta notícia:

O apoio dos EUA à entrada do Brasil na OCDE não saiu de graça. (Foto: Reprodução)

Um relatório das Nações Unidas lançado esta segunda-feira (11), em Nova York, indica que este ano a economia mundial ganhou força com a diminuição das fragilidades associadas à crise financeira global e teve o maior crescimento desde 2011. O documento prevê um avanço de 3% em 2017, que deve continuar estável no próximo ano, segundo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU (Desa). A informação é da ONU News.

O estudo destaca que a melhora na situação econômica global oferece uma oportunidade aos países para se concentrarem em criar políticas sobre questões de longo prazo. Entre elas, o crescimento econômico de baixo carbono, a redução das desigualdades, a diversificação econômica e a eliminação de barreiras profundas que dificultam o desenvolvimento.

De forma geral, “as condições de investimento melhoraram num contexto de baixa volatilidade financeira, redução de fragilidade no setor bancário, recuperação em vários setores de commodities e uma previsão macroeconômica global mais sólida”, aponta o documento.

Incertezas

Já as razões que podem afetar de forma negativa os investimentos incluem incertezas sobre política comercial, impacto do ajuste do balanço nos principais bancos centrais, o aumento da dívida e os riscos financeiros de longo prazo.

Para o Desa, 2017 também foi marcado por mercados financeiros globais “incrivelmente dinâmicos”. No entanto, essas condições ocorrem ao mesmo tempo em que existem “vários riscos persistentes e incertezas no sistema financeiro global”.

O relatório destaca haver muitas economias em desenvolvimento e em transição que continuam a ser vulneráveis e a correr riscos. Esses fatores incluem contração desordenada nas condições de liquidez globais e a retirada repentina de capital.

Economia brasileira

A economia brasileira deve aumentar o ritmo de crescimento em 2018 e 2019, segundo projeções da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). A estimativa para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – subiu de 1,6% para 1,9% em 2018. Para a organização, em 2019 a economia vai crescer mais, chegando a 2,3%. Em 2016, a economia brasileira registrou retração de 3,6%.

A OCDE destacou que houve finalmente retomada do crescimento. “Inicialmente impulsionada pela agricultura, a recuperação agora parece cada vez mais ampla”, diz o relatório de perspectivas econômicas.

Para a OCDE, a expectativa é que o crescimento se intensifique, embora a confiança seja sensível à evolução política. A organização também destaca que a inflação está abaixo da meta. Isso permite taxas de juros menores, o que vai dar suporte à recuperação dos investimentos.

“O crédito para as empresas continua a cair, mas o desemprego começou a diminuir”, diz o relatório. A OCDE afirma ainda que a reforma da Previdência é crucial para assegurar o cumprimento da regra do teto dos gastos públicos e promover a sustentabilidade fiscal.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Homem morre atropelado na Freeway
O Rio Grande do Sul é o segundo Estado brasileiro com o maior número de crianças e adolescentes esperando por cirurgias eletivas pelo SUS
Pode te interessar