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Política Eduardo Bolsonaro: líder do PT protocola recurso para plenário revisar arquivamento de cassação

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Filho do ex-presidente está desde fevereiro nos Estados Unidos

Foto: Reprodução
Encontro também é visto como oportunidade de manifestar apoio a ex-deputado em meio a suspeita da PF. (Foto: Reprodução)

O líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias (RJ), protocolou, nesta quinta-feira (23), recurso contestando decisão do Conselho de Ética, que decidiu arquivar representação do PT contra Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

Esse recurso, se acatado, levaria o caso contra Eduardo para votação no plenário da Casa legislativa. Para Lindbergh, a decisão do relator da representação, Delegado Marcelo Freitas (União-MG), de arquivar o caso contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é “incompatível com a gravidade das condutas narradas e com o princípio da responsabilidade parlamentar”.

“O parecer do relator padece de erro de premissa ao confundir a liberdade de expressão do parlamentar com licença para incitar o descrédito das instituições da República, afrontando a independência e harmonia entre os Poderes e atentando contra o estado democrático de direito”, afirma.

Na quarta-feira (22), por 11 votos a 7, o Conselho de Ética arquivou representação contra Eduardo, acompanhando parecer do relator. Na representação contra o deputado, que está nos Estados Unidos desde fevereiro, o PT diz que, em declarações, Eduardo incitou a ruptura do processo eleitoral, tentou submeter a jurisdição nacional ao escrutínio de potências estrangeiras e cometeu atos de hostilidade à ordem constitucional e ao estado democrático de direito.

Segundo o relator, a representação parte de uma premissa “equivocada”, e o deputado do PL não foi responsável por sanções impostas ao Brasil e a autoridades do País.

“A representação parte de uma premissa equivocada: a que o representado seria de alguma forma responsável por uma eventual adoção de medidas coercitivas ou sanções por parte dos Estados Unidos contra o Brasil. Tal raciocínio é factualmente insustentável e juridicamente improcedente, pois confunde atos de Estado soberano com manifestações individuais de natureza política. A decisão de um país estrangeiro de adotar ou não sanções econômicas, diplomáticas ou políticas, é, em essência, ato de soberania”, diz. (Com informações de O Estado de S.Paulo)

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Miltch Mitch
23 de outubro de 2025 20:53

Tá falando do PT né BUNDAO

Apolônio Chuwats
23 de outubro de 2025 19:04

O CARA RECEBE NÃO TRABALHA VIVE NA DISNEY E NÃO É CASSADO? A PUTARIA BRASILEIRA, ANO QUE VEM O POVO INSTRUÍDODEVERIA COLOCAR ESSA GENTALHA PARA FORA DA POLÍTICA.

Apolônio Chuwats
23 de outubro de 2025 19:05

” MEU CHEFE, TRUMP” ENTÃO QUE OS EU PAGUE O ALÁRIO DESSE MERDA MARGINAL

Miltch Mitch
23 de outubro de 2025 20:52

Prefiro jogar dinheiro fora ao ter que pagar, por exemplo, viagens do DEScondenado e aquela mulher que fazia visita íntima na cadeia.

Vanderlei Ochoa
23 de outubro de 2025 19:35

Teu imposto info pro bolso desses canalhas…

Anderson Cardoso da Silva
23 de outubro de 2025 23:04

Quero saber esta historia da Juliana Brizola , amada pelo PT até terça feira e pelo MDB do vice governador ,.
mas ela como esquerdista vai dar uma entrevista nas redes de TVS do RS assim :
Eu nao sei ,nao vi e se tem alguma coisa ,
FOI BOLSONARO..

Jorge Bressan
24 de outubro de 2025 00:06

Alguém me diga algo de útil que fez o tal Lindembergh!!

Getulio S. Dias Academico
24 de outubro de 2025 00:10

Deve ser cassado sim.

Vanderlei Stefani
24 de outubro de 2025 15:00

Livre de cassação, Eduardo Bolsonaro faltou a mais de 70% das sessões da Câmara em 2025
Apesar do resultado do Conselho de Ética da Câmara, Constituição prevê que parlamentares podem perder o cargo se faltarem a um terço das sessões legislativas

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