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Brasil Em dois anos, programa Pé-de-Meia reduz em 43% o abandono escolar no ensino médio no Brasil

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O investimento do governo federal na chamada Poupança do Ensino Médio totalizou R$ 18,6 bilhões ao longo dos anos letivos de 2024 e 2025

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
O investimento do governo federal na chamada Poupança do Ensino Médio totalizou R$ 18,6 bilhões ao longo dos anos letivos de 2024 e 2025. (Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)

Desde a sua criação, há dois anos, o Programa Pé-de-Meia reduziu o abandono escolar no ensino médio em 43%. Em 2024, a taxa de evasão escolar era de 6,4% e caiu para 3,6% no ano passado.

O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Camilo Santana, na quarta-feira (1º), em Fortaleza, durante a cerimônia de inauguração da primeira fase das obras do campus do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) no Ceará. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também estava presente no evento.

Lula afirmou que o seu governo tem feito investimentos no setor da educação que não vinham sendo priorizados em gestões anteriores. “Na história da humanidade, nenhum país se desenvolveu no planeta Terra sem antes investir na formação do seu povo, que dá conhecimento, cidadania e, inclusive, dá soberania”, disse o petista.

O Pé-de-Meia funciona como uma poupança para incentivar a permanência de jovens nos estudos até a conclusão do ensino médio. O ministro da Educação, que deixará o cargo para concorrer nas eleições de outubro, reforçou que o objetivo do programa é que nenhum aluno fique fora da escola pública em todo o País.

Camilo  destacou a importância do incentivo financeiro na queda de quase metade do número de estudantes que abandonam os estudos antes de concluírem a educação básica. “Os alunos do Pé-de-Meia sabem o que significa o programa. Muitos colegas [deles] tiveram que abandonar a escola para ajudar no orçamento familiar e melhorar a vida de seus pais”, afirmou.

O ministro da Educação também comemorou a queda de 27,4% no atraso escolar (distorção idade-série). “Isso significa que o aluno está passando de ano. Somente no 3º ano do ensino médio, a distorção idade-série dos alunos caiu 63%”, declarou.

Desde a sua criação, o Pé-de-Meia já beneficiou 5,6 milhões de estudantes, o que corresponde a mais da metade (54%) do total de alunos do ensino médio público no País. O depósito no valor de R$ 200 é feito mensalmente conforme o mês de nascimento dos estudantes de 14 a 24 anos, que cumprem os requisitos do Pé-de-Meia. Também há outros incentivos.

O investimento do governo federal na chamada Poupança do Ensino Médio totalizou R$ 18,6 bilhões ao longo dos anos letivos de 2024 e 2025.

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Glaucio dos Santos Brum
2 de abril de 2026 14:23

A política de fazer com que os estudantes cumpram a sua simples obrigação em troca de uma esmola, acaba deturpando a noção de valores e princípios dos jovens. Moldar pessoas para que possuam preço, mas não valor, é bem típico dos governos de esquerda.

ochoavanderlei@gmail.com
2 de abril de 2026 13:55

ESTADISTA LULA trabalhandonforte e ajudando os pobres a terem uma ascensão social. Direita golpista fica FULA da cara. Morrem de ciúmes do ESTADISTA LULA e continuam agindo contra as instituições democráticas e contra o governo eleito pelo povo honesto.

Eloa Gute
2 de abril de 2026 12:33

Vagabundos ordinaos aonde vamos parar pagando para esses vadios ir a escola?? Coisa nunca vista no Brasil! Estudar e um dever dos pais colocar os filhos na escola e não ter que pagar para levá-los!!! Tudo isso somos nós q pagamos!!!

JADE
2 de abril de 2026 10:30

bla bla bla …..Nada, nenhum numero é verdadeiro nesta quadrilha….

Valmir
2 de abril de 2026 10:27

Populismo cretino com dinheiro alheio para compra de votos dos jovens ignorantes que não aprendem nada e recebem somente pela presença em sala, formar estastística de políticos cretinos.

Valmir
2 de abril de 2026 10:25

O governo populista dos infernos ao invés de divulgar a importânia dos estudos na vida dos joverns , compra a presença desses alunos que não significa aprendizagem, mas como o bolsa família o intuíto de buscar dinheiro as custas do trabalhador, jovem fora da escola é pai e mãe presos, esses são os responsáveis pela presençacem sala.

Sergio Drebes
2 de abril de 2026 09:51

Em tempos idos, frequentar escola era um dever da criança e do adolescente. É uma VERGONHA usar dinheiro público, que poderia ser usado em outras necessidades, para fazer com que o aluno compareça na escola. Cada dia que passa o contribuinte fica mais relutante em pagar impostos, diante de uma situação dessas.

Paulo
2 de abril de 2026 07:53

O governo fazendo chantagem com estudantes que não querem estar na sala de aula. Em troca desse absurdo muitos comparecem, mas não para estudar, e, sim, para infernizar a vida dos alunos que querem realmente aprender. A chamada cozinha da sala de aula que o diga. Um inferno!!!!

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