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Rio Grande do Sul Em entrevista, governador gaúcho diz que a PEC da Segurança “promete muito e entrega pouco”

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Governador do Rio Grande do Sul participou de audiência pública sobre a proposta na Câmara dos Deputados e teceu críticas ao projeto do governo federal

Foto: Vitor Rosa/Palácio Piratini

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD-RS), elencou diversas críticas à PEC da Segurança Pública encaminhada pelo governo federal. O projeto foi discutido durante audiência pública na Câmara dos Deputados, na última terça-feira (11).

“A PEC da Segurança Pública acaba por não endereçar as ações mais importantes para podermos ter uma mudança efetiva na segurança pública do país. Ela acaba prometendo muito e vai acabar entregando pouco. Se não houver a efetiva priorização no orçamento da União da Segurança Pública, a realidade infelizmente não vai mudar”, afirmou em uma entrevista.

Na avaliação do governador gaúcho, a União precisa focar, primeiramente, em melhorar as forças policiais que já estão sob a própria jurisdição, como a PF (Polícia Federal) e a PRF (Polícia Rodoviária Federal), antes de buscar atribuições dos Estados.

“[As polícias] precisam, no mínimo, dobrar de tamanho de efetivos para que possam cumprir com as atribuições que já têm. Não precisa nem ampliar suas competências, basta que elas sejam capazes de atender às competências que elas já têm”, comentou.

Na contramão dos projetos enviados pelo Ministério da Justiça, Leite saiu em defesa de um maior protagonismo aos estados e aos entes subnacionais para, até, legislar em casos de execução penal.

“Se há um inquérito policial conduzido no nível estadual, se há uma ação promovida pelo Ministério Público Estadual, se a Justiça estadual decide e se no sistema prisional do Estado que se cumpre essa pena, a forma de cumprimento da pena deveria ser estabelecida com uma legislação estadual e não simplesmente pela legislação nacional, desde que a legislação estadual venha a ser mais restritiva e não menos do que a legislação nacional”, completou.

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Carlos Santana
12 de junho de 2025 18:14

Igual ele. Promete muito, entrega nada. Entregou uma atochada no povo, com os pedágios em todo o estado.

Waldir Roque Maffei
12 de junho de 2025 23:27

Esse governador promete muito entrega pouco. Sobre a compra de uniformes para oa alunos das escolas da rede pública estadual… camisetas de péssima qualidade, nao aprovadas pelos alunos e alunas. Tudo para uniformizar todo mundo, esquecendo da diversidade do alunado. Para lacrar com.os outros estados. Falta recursos humanos especializados com os alunos de inclusão. Isso nada faz, mas compra milhares de Chromebooks, sem necessidade ou solicitados. Tem milhares de laboratórios de informática sucateados por falta de assistência.. Algueeeem ganhooou!🔥🔥
A mídia faz que serviço,???

Artur Borba
14 de junho de 2025 11:14

Este administrador do Rs até agora do prometeu, vem falar em segurança? O que ele fez de bom oea,segurança do estado? Onde enfiou o reajuste dos servidores da segurança? Oito ano no governo e não dez nada em termos de reajuste e melhoria naapm segurança pública além do que fazer o essencial? Agora que trocou de partido e pretende concorrer a presidência vem com estas conversinhas de criticar seus aliados esquerdista? O que falta administrador é vc ter coragem e vergonha e admitir que fracassou em oito anos na administração. Não nem falar das catástrofes que o povo gaúcho enfrentou… Leia mais »

Luiz C. Ferrari
14 de junho de 2025 14:39

A “grandiosa obra” desse elemento para o estado foi o pedágio implantado na serra.
Para fazer 80 km tanto de caxias do sul ou bento gonçalves, até são leopoldo, ida e volta se paga “MÍSEROS” R$ 46,80.
Já teve alguém que fez isso no passado e não se elegeu para mais nada.
Mais um que o povo gaúcho tem que colocar na prateleira dos aposentados politicamente.

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