Segunda-feira, 04 de maio de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Caso Master: ministro Dias Toffoli determina que bens apreendidos fiquem na Procuradoria-Geral da República e não mais no Supremo

Compartilhe esta notícia:

A Polícia Federal realizou nesta quarta operação sobre um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master

Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF
A Polícia Federal realizou nessa quarta (14) operação sobre um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master. (Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF)

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nessa quarta-feira (14) que o material apreendido pela Polícia Federal (PF) nas investigações do caso Banco Master fique guardado na Procuradoria-Geral da República (PGR) e não mais no STF, como havia decidido anteriormente.

A Polícia Federal realizou nessa quarta uma segunda fase da operação sobre um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master que incluiu buscas em endereços ligados a Daniel Vorcaro, dono do banco, e parentes dele, incluindo o pai, a irmã e o cunhado dele.

Na decisão que autorizou a operação, Toffoli determinou o envio do material apreendido ao Supremo. A PF, então, pediu para Toffoli rever a decisão, apontando risco de frustração da operação caso o material não fosse submetido à perícia. A PGR deu parecer pela revisão da decisão de Toffoli, pedindo que o material ficasse com a polícia. Na sequência, pediu autorização para extração e análise das provas colhidas.

“A manifestação é pela autorização para que a Procuradoria-Geral da República proceda à extração e análise de todo o acervo probatório colhido nos autos em espécie, com posterior disponibilização”, pediu a PGR.
Na decisão, Toffoli resume o que se está investigando na fase atual do caso.

“A presente investigação possui escopo mais amplo e não se confunde com os inquéritos anteriormente instaurados, na medida em que, em tese, teria revelado que fundos eram operados para a gestão fraudulenta, o desvio de valores e o branqueamento de capitais pelo Banco Master em um quadro de suposto aproveitamento sistemático de vulnerabilidades do mercado de capitais e do sistema de regulação e fiscalização”, escreveu o ministro.

Foram apreendidos: 39 aparelhos celulares, 31 computadores, 30 armas, R$ 645 mil em espécie, e 23 veículos, avaliados em R$ 16 milhões.

A segunda fase da investigação sobre o Banco Master também teve o empresário Nelson Tanure e o investidor João Carlos Mansur, ex-presidente da gestora de fundos Reag Investimentos, como alvos.

A investigação detectou que havia captação de dinheiro, aplicação em fundos e desvio para o patrimônio pessoal de Vorcaro e parentes. O celular do dono do Master foi apreendido.

A defesa Vorcaro reiterou que seu cliente tem colaborado com as autoridades, além de ter “interesse no esclarecimento completo dos fatos”.

Já a defesa de Nelson Tanure afirmou que “o empresário tem certeza de que no decorrer das apurações promovidas pelo STF restará definitivamente demonstrada a inexistência de qualquer pretensa prática ilícita”. (Com informações do portal de notícias g1)

 

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Governo lança nova plataforma com dados sobre atuação federal no Rio Grande do Sul
Irã fecha espaço aéreo para voos internacionais
Pode te interessar