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Mundo Em Pequim, China e Rússia assinam 20 acordos bilaterais

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Vladimir Putin e Xi Jinping discutem cooperação em segurança e energia

Foto: Reprodução de vídeo
Vladimir Putin e Xi Jinping discutem cooperação em segurança e energia. (Foto: Reprodução de vídeo)

Os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Xi Jinping, abriram uma rodada de negociações bilaterais nesta quarta-feira (20), em Pequim, reforçando a cooperação estratégica e comercial entre os dois países.

No encontro, realizado no Grande Salão do Povo, os chefes de Estado fizeram gestos para demonstrar união diante do cenário geopolítico global e defenderam a estabilização do Oriente Médio.

Durante a reunião, os dois líderes assinaram uma declaração conjunta para coordenação estratégica abrangente. Além do documento principal, as delegações da China e da Rússia assinaram 20 acordos de cooperação bilateral em diversas áreas. A China também prorrogou a política de isenção de visto para a Rússia até 31 de dezembro de 2027.

Em conversa com a imprensa, os presidentes afirmaram que os dois países manterão ‘”rigorosa comunicação estratégica”. Além disso, as nações devem fortalecer a cooperação energética e acelerar a parceria em IA (inteligência artificial) e inovação tecnológica. Putin também ressaltou que China e Rússia tem potencial em projetos de energia renovável.

Durante a abertura das conversas, Putin chamou o líder chinês de “querido amigo” e classificou a parceria entre Moscou e Pequim como um dos principais fatores de estabilização e dissuasão no cenário internacional. Xi Jinping retribuiu os acenos destacando a “confiança política mútua” entre as nações e cobrou o fim das hostilidades no Oriente Médio.

“O fim precoce do conflito ajudará a reduzir as interrupções na estabilidade do fornecimento de energia, no fluxo suave das cadeias industriais e de suprimentos e na ordem do comércio internacional”, declarou Xi.

A pauta principal do encontro dos líderes é a cooperação em segurança e energia. Com o mercado europeu restrito devido às sanções impostas pela guerra na Ucrânia, a China se consolidou como o maior parceiro comercial da Rússia e o principal comprador do seu petróleo e gás natural. Segundo dados preliminares, as exportações de petróleo russo para a China cresceram 35% no primeiro trimestre de 2026.

Oficialmente, Pequim mantém uma postura de neutralidade em relação à guerra na Ucrânia. No entanto, o país tem ignorado os apelos do Ocidente para interromper o fornecimento de componentes de alta tecnologia que abastecem a indústria de defesa russa, além de expandir exercícios militares conjuntos.

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