Sexta-feira, 12 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 15 de março de 2024
Em segunda visita ao Rio Grande do Sul durante o seu atual mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se mostrou aberto à renegociação da dívida do Estado com o governo federal. A promessa foi feita no final da manhã dessa sexta-feira (15) ao chefe do Executivo gaúcho, Eduardo Leite, durante discurso na sede da Federação das Indústrias (Fiergs), na Zona Norte de Porto Alegre.
“Eu queria dizer a você que não será nenhum favor, mas uma obrigação sentar para buscar uma solução para a dívida”, disse o mandatário do Palácio do Planalto, antes de prosseguir a viagem até Lajeado (Vale do Taquari).
Leite, por sua vez, reiterou a importância do assunto, presença constante em suas manifestações sobre as finanças do Rio Grande do Sul. Ele também disse confiar no encaminhamento do tema pelo presidente da República e pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apesar das diferenças no campo político ou mesmo econômico:
“Por mais que possamos ter divergências, acredito na vontade do presidente de fazer um país melhor. Por isso, quero que nosso governo seja um sócio da União, com melhores condições de fazer a sua parte. Prestamos serviços à mesma população, mas nas condições atuais a dívida vai consumir mais de 12% da Receita Corrente Líquida do Estado, limitando nossa capacidade de investimento.”
Outro aspecto salientado pelo chefe do Palácio Piratini foi o fato de o Rio Grande do Sul não contar com incentivos concedidos a outros Estados. Segundo ele, isso torna o ajuste na cobrança da dívida essencial para ampliar o espaço fiscal a aportes em áreas estratégicas.
Prestação de contas
No evento realizado na Fiergs, antes dos pronunciamentos do governador e do presidente, os ministros que formaram a comitiva do governo federal se revezaram em uma prestação de contas de investimento da União por meio do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, apresentou a previsão de aportes da ordem de R$ 29,5 milhões pelo PAC, sendo R$ 21 milhões especificamente no RS e R$ 8,5 milhões em ações que envolvem outros estados da Região Sul. Nos dois casos, a maior parte se destina a obras em rodovias e estradas.
O ministro destacou também as ações previstas no PAC Seleções, que recentemente anunciou R$ 925 milhões para 354 propostas contempladas no Estado, a maior parte na área de saúde.
Na sequência, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, e os ministros, da Educação, Camilo Santana, da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e das Cidades, Jader Filho, detalharam as ações previstas em cada uma de suas áreas. Também discursaram o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e o ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Paulo Pimenta.
Extrema-direita
Na mesma fala, Lula acusou a extrema-direita de colocar em risco a democracia em todo o planeta. Ele citou como exemplo seu antecessor Jair Bolsonaro (2019-2022) e o atual presidente argentino Javier Milei:
“O risco é pelo fascismo, pelo nazismo, pela extrema-direita raivosa, ignorante e bruta, que ofende e não acredita nas pessoas. É o Milei na Argentina querendo fechar Banco Central, passar serrote. E aqui o Bolsonaro, que eu nem queria falar o nome. Até hoje ele não reconhece a derrota dele. Outro dia ele falou que não sabe como perdeu.”
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Vai relinchar nos comentários dos teus cumpanheros.
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O mitômano “se esqueceu” de citar a extrema-esquerda brasileira, que é condescendente com bandidos e criminosos condenados e “recondenados” por corrupção; que apoia os TERRORISTAS sanguinários do Hamas, do Hezbollah, dos “diálogos cabulosos” com o PCC; que sustenta com dinheiro público ditadores cumpanheros acusados de narcotráfico internacional de drogas…
A democracia mundial corre risco pelo avanço do antissemitismo e do comunismo disfarçados de “socialismo”.
Aliás, mentiroso contumaz cumpre promessa ???
A transcrição dos depoimentos de envolvidos na trama do g0lpe mostra que a Polícia Federal (PF) tenta entender qual foi o grau de envolvimento do senador Luiz Carlos Heinze, do PP do Rio Grande do Sul, e da mulher do general Eduardo Villas Bôas no plano cr1minoso. A coluna havia noticiado, em fevereiro, que a PF investigava uma reunião preparatória do g0lpe que contou com a presença de Heinze no Palácio da Alvorada. O encontro voltou a ser mencionado na tomada dos depoimentos. Tércio Arnaud Tomaz, ex-assessor presidencial, foi questionado sobre a ida de Heinze ao Alvorada, no dia 12… Leia mais »
Os militares que Bolsonaro queria cooptar vão empurrá-lo para o xadrez
O capitão Bolsonaro não aprendeu nada com a sua história. Marcha soldado, cabeça de papel, se não marchar direito, vai preso pro quartel
Mario Sabino
15/03/2024 12:37, atualizado 15/03/2024 14:57
Lula negociando dívida?kkkk…. quando que petralha paga o que deve? eles sabem é tomar, e dar dinheiro para outros países…como a Venezuela deram até as cuecas.
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
O cachaceiro condenado corrupto prometendo alguma coisa???….kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Somente sendo muito, mas muito imbecil, para acreditar nesse senil, decrépito e analfabeto, mesmo.
Pior é que tem quem caia nesses contos do vigário aí…..
Lula não passa um minuto sem falar no Boldonaro. É uma obsseção! a fala Lula é toda espelhada! acusa os outros do que ele fala…raivoso é ele que chega espumar…
Tem gente esperando até agora a picanha e cerveja, que eu saiba ladrão não cumpre promessa, ainda mais o pinguço que fala e depois diz que não falou
A extrema direita sentou nos ovos kkkkkkkk
O presidente considera o RS como parte de um todo. E a ajuda da união é apenas um gesto político.
Nessa nova rodada de discussões sobre a dívida dos Estados com a União, os Estados deveriam exigir que a União apresente os valores, vencimentos e custos dos títulos emitidos para bancar os programas da Lei 9.496/97 e do PROES – a União os tem contabilizados Estado por Estado – para serem confrontados com os valores que os Estados entregaram, em espécie e em valores patrimoniais, a título de antecipações, pagamentos extras e prestações por conta dessas dívidas.
Se esses dados forem apresentados, a situação financeira de todos os Estados terá uma reviravolta histórica.